O que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios

O que é linkedin e como usá-lo pra fazer negocios

Você sabe o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

Se você ainda acredita que o LinkedIn serve apenas para quem busca recolocação, saiba: você pode estar perdendo excelentes oportunidades profissionais e de negócios!

 

No decorrer desta leitura você saberá o que é necessário para ter credibilidade e fechar negócios usando o LinkedIn.

 

Uma das primeiras coisas que ensino nos meus processos de mentoria para coaches é como eles podem utilizar a rede para negócios.  

 

Assim que eles dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações, incluindo fechamento de contrato com pessoas e empresas que não conheciam, em menos de 30 dias de uso!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 260% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando técnicas e estratégias que ensino.

 

 

E agora, você quer saber o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

 

Vamos em frente! 

 

Esqueça a venda pela venda. O que funciona na rede é:

  • Estabelecer novas conexões, ampliando sua rede de forma exponencial.
  • Compartilhar sua expertise, ajudando as pessoas e construindo autoridade.
  • Ter um perfil que seja seu portfólio, deixando claro quem você é e o que faz.

 

É sobre isso que abordarei. Então, pra começar, vamos deixar uma coisa bem clara:

 

Pra trabalhar de forma orgânica no LinkedIn (onde são seus conteúdos e interações que atraem novos clientes), esqueça o perfil empresarial. Ele até pode existir para solidificar a sua atuação. Mas será através do perfil pessoal que todo trabalho será realizado. 

 

Pessoas conectam-se com pessoas.

 

E quanto mais você for conhecido e confiável, mas fácil será vender qualquer coisa.

 

Eu sou usuária do LinkedIn desde 2011 e somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista em minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social orgânica e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus, como por exemplo:

 

  • Visibilidade mensal do perfil acima de 10.000 visualizações, sendo mais de 300 ocorrências em buscas.
  • Mais de 27 mil visualizações de um único artigo publicado.
  • Em um único post, mais de 426 mil pessoas alcançadas, com mais de 400 comentários e 11 mil curtidas.
  • Em uma semana, o canal do LinkedIn Brasil referenciou 2 vezes um artigo meu como sendo material de destaque na plataforma!

 

 

 

 

O que isso me trouxe de retorno? Clientes, parcerias, eventos cheios, entrevista pra televisão e muitos, muiiiitos amigos! 

 

Pra você entender um pouco mais sobre o potencial do Linkedin

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia.

 

E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Porém, para colher bons resultados, é importante atuar com FOCO e ESTRATÉGIA,

baseado em como deseja se posicionar e quais os resultados quer obter.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade para apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

Vamos falar mais sobre isso!

 

#1 – Transforme seu perfil em um Portfólio

 

 

 

Esqueça o famoso currículo.

 

Se você pretende fazer negócios usando o LinkedIn, deve transformar seu perfil num resumo atrativo, claro e diferenciado sobre QUAL SOLUÇÃO REAL VOCÊ ENTREGA e/ou QUAL O SEU VERDADEIRO DIFERENCIAL

 

 

A começar pelo título:

Ele deve falar sobre o que você faz e não sobre qual formação você possui.

 

 

 

 

 

 

Resumo que vende:

Mais uma vez, um bom resumo não é sobre você e sim sobre o que você pode fazer pela pessoa que está lendo. O foco deve estar em três pilares:

  • o que você pode fazer (sua oferta);
  • o que prova que você pode fazer isso (sua bagagem, experiência e realizações);
  • o que te capacita pra isso (seus títulos e  formações).

No resumo é possível inserir links e documentos – use e abuse destes recursos.

 

Histórico Congruente:

Não adianta ter um perfil lotado de formações, experiências, cursos… mantenha o que for congruente, que acrescente às oportunidades que você busca. Nem sempre são apenas os exatamente ligados à atuação, mas sim todos aqueles que tragam competências e habilidades relativas ao seu trabalho atual.

 

 

#2 – Estratégia – O que você busca no LinkedIn?

 

Antes de começar a adicionar todo mundo, antes de postar sobre mil assuntos e antes de compartilhar o que vê pela frente, defina a sua estratégia:

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

Lembre-se: o que menos funciona no primeiro momento é a venda pela venda. Cultive relacionamentos e conquiste seu posicionamento.

 

 

 

#3 – Conecte-se!

Devo ou não aceitar todos os pedidos de conexão? Se você quer ter visibilidade, eu defendo que SIM!

O algoritmo das redes sociais funciona de forma exponencial: quando uma pessoa da sua rede curte ou comenta em suas postagens, os amigos dela são notificados. Assim, quanto maior sua rede, mais pessoas – de 1º e 2º nível, verão seus conteúdos, trazendo maior visibilidade. A conexão de 1º nível pode não ter perfil para ser seu cliente, mas o amigo dela, sim.

Vale também buscar suas conexões por afinidades e ir expandindo sua rede de forma ativa.

 

Não adianta apenas expandir a rede, aceitar e incluir pessoas: fale com elas! Crie mensagens de boas-vindas.

ah!

Conexões de 1º nível = pessoas conectadas diretamente a você.

Conexões de 2º nível = conexões (amigos) de pessoas conectadas diretamente a você.

 

#4 – Contribua – e posicione-se como especialista!

 

Na minha opinião, a melhor estratégia para conquistar audiência, ganhar posicionamento e converter seguidores em clientes no LinkedIn é através do Marketing de Conteúdo. 

 

As possibilidades dentro da plataforma são inúmeras e não param de surgir novidades:

 

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres, de leitura rápida, que permite o compartilhamento de notícias ou a exposição da sua opinião sobre algum tema ou acontecimento.
  • Artigos mais extensos, onde além de escrever de forma mais aprofundada, é possível citar referências, ilustrar com  apresentações, imagens e vídeos.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos – sejam eles autorais, animações ou um conteúdo legal produzido por outros.
  • Apresentações em power point ou pdf – sabe aquele material bacana que você fez para uma palestra ou reunião? Você pode compartilhar com sua rede.

 

No quesito conteúdo, alguns cuidados são fundamentais:

 

  • Cuidado com plágio ou compartilhamento não autorizado. Muitos materiais possuem direitos autorais, principalmente imagens, vídeos, livros e músicas.
  • Quando o material não for seu, cite o autor.
  • Fique atento para não contribuir com as “fake news”. Apenas compartilhe ou comente sobre assuntos que você tenha certeza de serem reais.
  • Tenha clareza sobre os temas em que deseja ser especialista e fale sobre eles. Melhor postar menos, porém com precisão e conhecimento.

 

Lembre-se: o LinkedIn é uma rede profissional. Cuidado com o conteúdo que você compartilhará!

 

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

 

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#5 – Acompanhe suas métricas e desempenho!

Como em qualquer negócio, acompanhar as métricas do seu perfil e traçar estratégias para melhorá-las sempre, ajudará você a direcionar e ampliar o seu resultado. 

Estabeleça uma rotina de acompanhamento e quais dados precisa checar.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade

Entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

 

 

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Planejar sua atuação, construir um Perfil Campeão etapa por etapa, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede de forma eficiente e muito mais, de forma bem detalhada e prática.

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4 Passos Para Fazer Uma Transição de Carreira

Processo de transição de carreira - ilustração

 

Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade ou vontade de mudança:

 

Sempre há dúvidas sobre ter escolhido a profissão certa…

 

Neste artigo vamos abordar os seguinte assuntos para você que pretende mudar de carreira e melhorar a satisfação profissional:

 

  • O conceito sobre ter optado pela melhor formação profissional
  • A falta de tempo e a queda na qualidade de vida
  • Por que há desmotivação?
  • Falta de desafios
  • Processo de transição de carreira em 4 passos incríveis

Por que muitas vezes desejamos mudar de carreira?

 

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem uma transição de carreira, porém muitos não sabem como fazer a transição, por onde começar e nem qual o melhor caminho a seguir.

 

 

Neste artigo cheio de informações úteis e esclarecedoras conheça 4 passos fundamentais para o processo de transição de carreira.

 

 

Antes, entenda o começo de tudo

 

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.

 

Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

 

Foi o sonho dos seus avós, dos seus pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Quem não ouviu histórias de garotos e garotas que são incentivadas a seguir carreiras conhecidas como “valorizadas”, no caso advocacia ou medicina, por exemplo, apenas por que a família deseja?

 

Mas não existe só um caminho do sucesso profissional.

 

E saber disso muda completamente a forma de lidar com os sintomas da insatisfação profissional.

 

 

Muitas pessoas estão infelizes e insatisfeitas nas suas carreiras e não sabem que é possível mudar de área de atuação a partir dos conhecimentos e aprendizados que já possuem.

 

Aliás…

 

Você sabe as causas e sintomas da infelicidade no trabalho?

 

Falta de tempo e queda na qualidade de vida

 

Uma das principais queixas de quem está infeliz na carreira atual é sobre a falta de tempo pra vida pessoal. Muita gente reclama de não ter mais tempo para a família e para os amigos.

 

Geralmente, são pessoas com uma carreira promissora, bem desenvolvida, muitas vezes com sucesso profissional, mas que acabaram perdendo a qualidade de vida, o convívio com a família, o auto-cuidado.

 

Pessoas que não encontram mais tempo para o lazer ou para uma atividade física. Em muitos casos, a saúde já está comprometida e a pessoa segue em ritmo alucinante de estresse e cansaço.

 

Pessoas que se enquadram neste item costumam, quando em estado avançado de desgaste, entrar em quadros de doença psicológica, como burnout, depressão e síndrome do pânico, ou problemas físicos, como aumento de pressão arterial, dores de estômago, falta ou excesso de sono.

 

Nesse caso, antes de uma transição de carreira, é preciso cuidar da saúde.

 

 

Desmotivação e o Piloto Automático ligado

 

Outra grande queixa é quanto a entrar no chamado “piloto automático”.

A pessoa não sente mais prazer, não sabe mais por que está ali, naquele cargo, naquela empresa, e torce para acabar logo o dia, ou a semana, para ir embora para casa.

 

Quem está no piloto automático não dá a mínima para o que faz e não sente interesse genuíno no trabalho e nas atividades cotidianas, não sente realização.

 

Tudo fica muito pesado.

 

Então, a pessoa acaba procrastinando, buscando realização e satisfação em outras tarefas particulares, ou fazendo coisas à toa, como navegar na internet sem foco e sem necessidade. Com isso, elas perdem produtividade e precisam ficar até mais tarde. Vira um ciclo quase sem fim.

 

Falta de Desafios e Oportunidades

 

Em outros casos, a pessoa sabe que está numa carreira que gosta, sabe que teve resultados bons, mas não enxerga mais os próximos passos, não vê chance de crescimento, desenvolvimento, não sabe se fez a escolha certa ou se era mesmo aquele caminho, apesar de já ter tido sucessos, ter resultados positivos.

 

Olha para frente e não enxerga se sua vida profissional continua por aquele caminho, que é a carreira que ela quer seguir.

 

 

Não importa o grau do desconforto que você esteja vivendo.

 

O importante é identificar que qualquer tipo de incômodo, por maior ou menor grau que ele venha, são sinais importantes.

 

Os incômodos são sinais de que tem alguma coisa errada que precisa ser mudada.

O incômodo é como se fosse uma ferida aberta. Então, é preciso olhar para essa ferida para buscar a cura. Para entender o porquê desse incômodo existir.

 

E por que muitas vezes as pessoas acabam travando nas decisões profissionais?

 
As escolhas de carreira são feitas por modelos e pelos caminhos mais fáceis ou conhecidos.
Na maioria das vezes, na hora de escolher uma profissão, acabamos escolhendo as carreiras tradicionais ou aquela profissão em que você já conhece alguém que trabalha naquilo, ou então a profissão do momento, a que paga bem.

 

Em geral fazemos a escolha profissional sem grande embasamento, na maioria das vezes, de uma forma muito precoce, num momento da vida que ninguém está ainda pronto.

 

Ilustração sobre o sonho de mudar de carreira que gosta

 

 

Neurológicamente, as pessoas ainda não estão prontas na adolescência para fazer escolhas, mas são obrigadas a tal definição (pense bem quando encontrar um adolescente e for perguntar pra ele o que ele quer ser quando crescer!).

 

E mais: só depois que iniciamos em determinada profissão é que iremos avaliar se gostamos ou não, se a realidade era aquilo mesmo que sonhamos (porque também existe uma lacuna enorme entre o sonho e o dia a dia profissional).

 
O que falta no Brasil e em muitos países do mundo é um preparo adequado para a escolha da profissão ideal. Mas enquanto não somos ainda eficientes nisso, saiba que sempre há tempo de mudar.

 

E, então, é muito comum as pessoas entrarem no famoso piloto automático, o famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

É esse piloto automático que faz com que as pessoas se acostumem com uma coisa, mesmo que ela seja ruim. O piloto automático condiciona a seguir naquele caminho e a fazer o que todo mundo faz, achar normal a vida que se tem, sem questionar.

 

 

Você olha em volta e vê que está todo mundo feliz, vê que todo mundo faz algo parecido com o que você faz, o mesmo estilo de vida, as mesmas dificuldades.

 

Mesmo você se sentindo infeliz no seu trabalho, você percebe que todos seguem o mesmo caminho e você acha que não tem motivos para reclamar e se sentir infeliz. “Eu devo ser o errado, fora da curva”.

 

Mas o mundo gira… e cada vez mais rápido!

 

Sentir estes desconfortos na carreira – e os impactos que nossas escolhas profissionais trazem para a vida, tem muita ligação com as pessoas começarem a entender que, talvez, estes modelos de sucesso em vigor não sirvam para todos.

 

Que precisamos olhar muito mais para o que realmente faz sentido em nossas vidas e fazer adaptações conforme experimentamos viver, conforme as situações ocorrem.

 

Tem muita gente que vai fazer uma coisa e irá se sentir super-realizado com aquilo. E o outro, não. E tudo bem.

 

Porque as escolhas teriam que estar muito mais ligadas com quem somos do que com o que os outros esperam de nós.

 

Estar desconfortável, sentindo que algo poderia ser diferente, que poderia ser melhor, que poderia fazer algo novo, que poderia ter resultados diferentes, não é coisa de gente fracassada e que não está preocupada com a carreira.

 

Pelo contrário.

 

Essa preocupação é uma preocupação legítima de quem realmente está consciente, de quem se preocupa, de quem tem responsabilidade, de quem quer resultados.

 

Mas que deseja resultados que tenham a ver com quem se é.

 

 

Trabalho deve ser fonte de prazer e felicidade.

Não de sofrimento ou pura obrigação.

 

 

Mas, então, como fazer uma transição de carreira e buscar um trabalho que faça sentido?

 
 
Ilustração sobre como mudar de carreira, os processos
 

Veja aqui 4 passos para ter um adequado processo de transição de carreira

 

1. Pense em Novas Possibilidades

Faça as seguintes perguntas:

  • O que mais eu posso fazer?
  • No que mais eu posso usar as minhas habilidades?
  • As minhas experiências, os meus conhecimentos, as minhas relações todas. Onde mais eu posso aplicar isso?

Essa é a hora em que um engenheiro pode virar um assessor financeiro, porque ele entende muito de cálculo e tem facilidade com números, por exemplo.

 

2. Qual o Seu Propósito?

O meu propósito é o porquê eu faço alguma coisa.

Propósito não tem nada daquelas questões mágicas.

O propósito é por que eu faço o que faço.

  • Por que eu levanto de manhã e vou trabalhar?
  • Por que eu quero trabalhar?
  • Por que eu preciso desse dinheiro?

Busque estas respostas em você.

 

3. Valores Pessoais

  • O que é importante para você, de verdade?
  • Quais são as causas que te motivam?
  • Pelo que você briga? O que você realmente acredita?

 

Se o seu propósito não estiver alinhado ou seus valores estiverem sendo corrompidos, vai sempre ficar um sentimento de vazio, um sentimento de que falta alguma coisa.

 

 

4. Teste Uma Nova Ideia

Isso é uma questão muito forte, porém muitas vezes negligenciada até o limite. Muita gente deixa para testar a nova ideia em momentos de risco.

 

 

O Brasil é o país onde mais se fecham empresas nos primeiros dois anos.

 

As pessoas abrem empresas em situações vulneráveis, muitas vezes em pleno desemprego e sem reserva financeira – e elas não param de pé. Porque a pessoa abre o seu negócio sem o planejamento que precisava ou na hora em que não tem outra opção.

 

Sempre que possível, deve-se testar primeiro a viabilidade, testar se você gosta realmente daquilo, se a ideia realmente tem futuro, para então iniciar a mudança.

 

E como testar?

 

Cursos rápidos. Aqui, você já começa a ter interação com aquela nova realidade, com pessoas ligadas àquela atividade.

 

Networking. Começar a estreitar o networking na área onde quer começar a atuar. Comece a falar com pessoas que também tenham um negócio muito parecido com o que você quer criar. Estabeleça contatos.

 

Converse com pessoas da área. Se você quer mudar de profissão, converse com pessoas que estão na área nova. Converse com pessoas que vão te falar a realidade como está aquela área de atuação.

 

Inicie algo de forma paralela. De preferência, de formato pequeno. Veja se tem aceitação e se tem mercado aquilo que você quer fazer. Teste de uma forma menor e vá aumentando conforme os resultados aparecendo, ampliando o modelo.

 

 

Ilustração sobre o tempo no trabalho. Processos de transição de carreira

 

 Extra: assista ao webinário sobre a transição de carreira

E por que muita gente mesmo sabendo que as coisas vão mal, não mudam?

 

A maior parte das pessoas não muda por medo.

 

O medo impede a gente de realizar coisas novas, de mudar, de tentar coisas diferentes, de quebrar padrões.

 

Quantas vezes você queria fazer algo novo, ficou ensaiando, com medo e, quando fez, o ato aconteceu rápido, você conquistou, deu certo? Quantas vezes perdemos mais tempo com o medo do que com a execução?

 

O medo faz com que as pessoas se limitem o tempo inteiro. Elas se boicotam, se sabotam, atrasam sonhos e atrasam projetos.

 

O que não significa que não é preciso avaliar riscos. Tem sim que avaliar.

 

O medo deve servir para prevenir, não para limitar.

 

Faça um planejamento para tentar analisar esses impactos e riscos. 

Isso diminui o medo, mas você tem que entender de onde vem o medo, se ele é real e o que você pode fazer para prevenir os riscos.

 

 

Dessa forma, é possível passar pelo processo de transição de carreira de forma mais segura e eficaz.

 

Neste link tem um vídeo onde falo um pouco mais sobre Transições

 

 

Que muitas profissões estão com os dias contados, isso não é mais novidade. Algumas pessoas já sentem na pele a dificuldade para encontrarem uma vaga, uma oportunidade para continuarem fazendo o que sempre fizeram.

 

Haja vista a área de tecnologia. Existem inúmeras agências digitais e empresas correlatas que abrem oportunidades de trabalho para profissões que até poucos anos não existiam. O mercado está dinâmico, essa é uma nova realidade que também serve como portas oportunas para mudar de carreira que te satisfaça.

 

Aqui, lanço uma provocação: será que não é hora de se reinventar, de fazer algo diferente, algo novo, utilizando seus conhecimentos e experiências de outra forma? Com as mudanças acontecendo cada vez de forma mais acelerada, precisamos nos reinventar – seja na função atual, aprendendo e aplicando novos conhecimentos e habilidades, seja para mudar radicalmente.

 

 

E ainda temos mais um elemento: trabalharemos cada vez mais e precisaremos da renda e da ocupação saudável!

 

Xô aposentadoria, trabalharemos até os 70, 80, 90, 100 anos.

 

 

E não será fazendo a mesma atividade que fazemos hoje. Com este novo cenário, uma pessoa fará durante sua vida de 3 a 8 transições de carreira!!! Não importa qual a sua situação atual, pensar em transição de carreira é algo fundamental.

 

 

E você sabia que o coaching pode te ajudar a ter clareza e planejamento para uma transição mais tranquila e segura?   

 

 

Leia aqui mais informações 

 

 

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Erro no trabalho: você sabe o que fazer caso cometa um?

Todo mundo já passou por isso: cometer um erro no trabalho.

Se a situação é inevitável – e quanto mais proativa a pessoa, mais predisposta ao erro – como lidar com a situação quando ela ocorrer e quais os passos para não deixar essa situação impactar negativamente em sua carreira?

  

O primeiro passo: analisar impactos e aprendizados.

 

O profissional deve analisar os impactos causados pelo erro. O que aconteceu, quem são as pessoas, áreas ou clientes impactados.

 

É importante também refletir sobre o motivo que levou ao erro, com foco no aprendizado e para que a falha não volte a acontecer.

 

Os motivos mais frequentes que levam aos erros no ambiente profissional são: excesso de tarefas realizadas de forma simultâneas, falta de atenção, falta de habilidade ou conhecimento para executar determinada atividade, desconhecimento de algum fator ou histórico.

 

 

Quem é o primeiro que deve ser avisado quando acontece um erro no trabalho?

 

Sempre comunique ao seu superior, e de preferência, quando houver tempo hábil, com as análises sobre impactos e motivos que levaram ao erro.

Transparência e humildade farão toda a diferença na hora de assumir que algo saiu diferente do previsto e ainda ajudarão a construir uma imagem de comprometimento e responsabilidade.

Todos somos passíveis ao erro e o importante quando ele ocorrer é nunca fingir que nada aconteceu.

 

É preciso propor uma solução para corrigir o erro? Por quê?

 

Sempre que possível, trace as ações necessárias para corrigir o problema. Se não souber como resolver, não hesite em pedir ajuda, inclusive envolvendo o restante da equipe.

 

O foco deve ser na solução e não no problema.

Mesmo quando não souber como solucionar, envolva-se diretamente nas ações propostas pelo líder ou pela equipe. O responsável pelo erro deve ser o primeiro a mostrar preocupação não apenas em corrigir o problema, mas também em propôs soluções e processos para que o erro não volte a acontecer.

 

 

Tem gente que finge que não fez nada ou defende até a morte que o que fez era certo.

Que tipo de consequência essa atitude pode ter?

 

Ao ser descoberto, afirmar que não errou causa desconforto, perda de confiança e credibilidade, que pode comprometer de forma definitiva a carreira de alguém.

A equipe, o líder e demais envolvidos (como clientes ou fornecedores) dificilmente voltarão a confiar em alguém que não responde pelos seus atos e que não assume seus erros. Portanto, é muito mais profissional e melhor assumir o erro, do que mentir ou omitir.

 

E se o erro foi causado por algum descuido devido a pessoa estar com problemas de ordem pessoal?

Dependendo da gravidade do problema pessoal, ele deve sim ser levado ao conhecimento do superior imediato, de forma privada, e não somente justificando o erro, mas também como um alerta de que pode ser necessário um afastamento ou diminuição das atividades críticas até que a situação pessoal se regularize.

Cada vez mais as empresas estão abertas a compreenderem o impacto das situações pessoais no ambiente de trabalho, afinal, não existe separação entre profissional e pessoal quando se fala sobre bem-estar e saúde física e emocional.

 

 

O que fazer caso o erro tenha causado uma demissão?

 

Ninguém tem o objetivo de errar, porém mesmo sabendo disso o sentimento de culpa é muito comum quando um erro acontece, ainda mais quando ele tem consequências severas, como no caso de uma demissão.

 

É importante tentar manter o foco nos aprendizados e no que precisa ser feito, da solução do problema à busca de um novo emprego.

Buscar apoio também deve ser considerado, principalmente nos casos onde o profissional não consegue mudar o foco dos seus pensamentos.

Um excelente exercício nesta hora, para aumentar a autoestima profissional, é fazer uma lista de tudo o que foi realizado e conquistado de positivo, das menores às maiores conquistas.

Essa lista também será útil quando precisar falar sobre a performance no último emprego, pois estará muito mais focado no positivo do que no erro cometido.

 

Se além de você, mais uma pessoa cometeu erro, mas só você levou a culpa (e o outro ficou calado), como proceder?

Chame a pessoa em particular para conversar e tente entender os motivos pelo qual ela não assumiu sua participação no erro.

Definam, nesta conversa, se o assunto será levado ao superior, ou leve você o tema para a liderança, também numa conversa individual, se achar que isso é necessário.

É importante entender que nem sempre as pessoas omitem seus erros por desvios de caráter. Muitas vezes, é o medo das consequências que impede as pessoas de falarem a verdade. Procure não julgar, antes de saber a verdade.

 

O medo de errar novamente pode atrapalhar o desempenho? Como evitar isso?

Sim, e é muito importante o papel do líder em apoiar e estabelecer conversas positivas, focando sempre na solução e na tratativa dos fatos e não no erro ou na busca por culpados, para não fortalecer sentimentos de culpa, fracasso e baixa autoestima.

Já a pessoa que errou deve focar em seu desenvolvimento, nos aprendizados adquiridos e em como ter mais atenção para não cometer novamente o mesmo erro.

 

 

E como evitar errar novamente? É possível fazer isso?

É fundamental a análise do ocorrido para que se evitem novos erros, identificando o que motivou o erro, ajustando processos, treinando e capacitando melhor os envolvidos e comunicando à equipe, para que todos aprendam com o erro cometido e assim a mesma situação não volte a acontecer.

 

Ninguém gosta de errar, mas é consenso geral que é através dos erros que surgem os maiores aprendizados.

 

Lembre-se: só erra quem faz.

 

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Dois aliados para sua carreira: COACHING E MENTORIA. Você sabe qual o ideal pra você?

Leia aqui: http://www.intentus.me/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-mentoria/

 

 

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Quer ler mais? Nesta matéria da UOL eu contribui sobre este mesmo tema:

https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/12/13/cometeu-um-erro-no-trabalho-eis-o-que-voce-precisa-fazer.htm

 

 

 

Se você procura coaching para sua carreira, treinamentos, mentoria ou consultoria, conte conosco. Atendimento online para todo Brasil. Atendimento presencial em São José dos Campos, Vale do Paraíba e São Paulo.

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Qual a diferença entre Coaching e Mentoria?

Diferença de entre coaching e mentoria - ilustração sobre mentoria para coaches

 

Neste artigo quero compartilhar as seguintes informações fundamentais:

  • Definições de coaching
  • Definições de mentoria
  • O que é e como funciona a mentoria para coaches
  • Quais as diferenças entre coaching e mentoria

 

A maioria das pessoas busca crescimento profissional e financeiro, ser bem sucedido, ter realizações na vida, na carreira.

 

Só que muitas não sabem por onde começar, se estão no caminho certo, ou o que fazer para mudar determinada situação. Outras têm clareza do objetivo e precisam de apoio e orientação sobre qual a forma mais efetiva de concretizar seus objetivos.

 

Esta é a grande diferença entre buscar um processo de coaching ou de mentoria quando se deseja melhorar ou acelerar a carreira.

 

Embora nos dois casos o profissional irá utilizar técnicas, ferramentas e metodologias de desenvolvimento pessoal e profissional, a forma de abordagem é que será bem diferente.

Definições e empregabilidade do coaching

 

No processo de coaching é estimulado o raciocínio e a busca de respostas e do desenvolvimento através da análise de cenários, dos próprios atos e comportamentos realizados pelo cliente.

 

Os principais temas que levam os profissionais a buscarem um profissional de coaching para apoiá-los é:

  • Insatisfação com a carreira
  • Melhoria de Performance 
  • Desejo de transição de carreira ou negócio próprio
  • Busca por cargos de liderança e gestão
  • Organização e planejamento de carreira
  • Necessidade de ajustar comportamentos que estejam sabotando a carreira

 

O coaching pode ser considerado uma assessoria pessoal e profissional que utiliza procedimentos orientados destinados a uma ou mais pessoas, ou também para equipes e empresas alcancem resultados positivos, de acordo com objetivos e metas.

 

O processo tem como base de estudo a Psicologia Cognitiva, Psicologia Comportamental, Psicologia Positiva, Ciências Organizacionais e Filosofia.

 

Mais detalhes sobre o que é coaching durante a leitura.

Saiba mais detalhes sobre mentoria para coaches

 

 

Duas pessoas em reunião - ilustração sobre mentoria para coaches

 

 

 

O COACHING É um processo que pode ser realizado de forma presencial ou online, individual ou em grupo, onde são utilizadas ferramentas, reflexões e atividades para a construção de novos comportamentos e pensamentos com foco no aumento do autoconhecimento, clareza sobre objetivos e prioridades e a definição clara de metas, que resultam em melhor performance e qualidade de vida.

 

Definição de Coaching, pela Sociedade Brasileira de Coaching

O coaching é um processo, ou seja, um conjunto sequencial de procedimentos e ações que visa atingir uma meta ou objetivo. Por ser um processo, o coaching possui procedimentos definidos; tem começo, meio e fim; e transcorre em determinado período de tempo.

 

No processo de coaching, o cliente é levado a buscar novos entendimentos, alternativas e opções capazes de fazer com que ele amplie suas realizações e conquistas.

 

Em resumo: coaching é um processo que ajuda as pessoas a se conhecerem melhor, traçarem planos e assim alcançarem objetivos de forma integrada com sua verdade.

 

Ilustração de pessoas fazendo análises de carreiras

 

 

Mas ainda existem os nichos de atuação e as abordagens, por isso você vê coaches de variados tipos: emagrecimento, finanças, felicidade, saúde, relacionamentos, carreira. Cada um irá dar ênfase a um tipo específico de tema.

 

Quanto às abordagens:, a mais tradicional é a escola Americana, primeira a surgir e com foco em resultados.
Este modelo surgiu principalmente para ajudar empresas, gestores e executivos, por isso o foco em metas, resultados e performance. Eu utilizo esta metodologia, tradicional, para atender empresas.

 

Quando falamos sobre pessoas, olho no olho, eu me identifico mais com a abordagem do Coaching Integral.

 

O foco de atuação maior do meu processo de coaching é quanto à carreira e autoconhecimento, porém com a visão holística, analisando todas as interferências e impactos que as ações causam nos diversos papéis que queremos ter no decorrer da vida.

 

O profissional também pode ser pai ou mãe, marido ou esposa, esportista, viajante, leitor voraz ou voluntário em projetos sociais. Tudo se soma e nos complementa, de forma integral.

 

Por isso digo que tudo é sobre a gente, nada de olhar caixinhas separadas.

 

Neste vídeo, explico mais sobre o processo de coaching de carreira:

 

 

Agende uma sessão experimental ou saiba mais sobre coaching

 

 

 

 

 

E o que é mentoria?

Mentoria é um processo com foco na transferência de conhecimentos e vivências. Aqui, a experiência do profissional fará toda a diferença para o mentorado, pois o processo é muito mais ativo.

 

A mentoria é um caminho cada vez mais utilizado por profissionais que têm clareza sobre o objetivo que estão seguindo e que necessitam de ajustes e acompanhamento nas ações, para acelerar o percurso e os aprendizados, diminuindo tentativas e erros.

 

É como se fosse um “atalho” no qual o mentor dá a mão para o mentorado e o “puxa” cada vez mais frente, de forma ativa, ajudando a encontrar as melhores soluções e os melhores caminhos para cada etapa ou desafio.

 

A mentoria costuma ser um processo contínuo ou mais longo, onde você conta com um aliado mais experiente, que fez um percurso igual ou parecido com o que você quer realizar, que estará ao seu lado, apoiando e compartilhando conhecimentos, experiências, aprendizados, erros e acertos para que você evolui com a maior solidez e agilidade possível, ajustando comportamentos e ações conforme estas ocorrem, com os exemplos do dia a dia.

 

O mentor não toma decisões pelo mentorado, ele ajuda a enxergar com maior clareza os caminhos, possibilidades até então não observadas e soluções diferentes para as situações. Aconselha nas tomadas de decisões.

 

Exatamente por essa característica, é muito recomendado para gestores de empresas, empreendedores e profissionais que fizeram transições de carreira e que precisam acelerar a nova experiência, trazendo resultados mais rápidos do que num processo normal, que somaria o tempo de aprender com o de fazer.

 

Tipos de Mentoria que eu realizo:

 

  • Mentoria Empresarial, para Gestores: indicado para empreendedores ou profissionais em carreira de gestão, que precisam obter excelentes resultados através da melhoria da gestão de processos e pessoas.

 

  • Mentoria para Coaches: coaches que estão iniciando a carreira costumam ter dificuldade na escolha de nicho, diversificação do negócio, formas e ferramentas para atendimento, meios de divulgação, etc.É uma transição de carreira feita muitas vezes sozinho. Neste caso, somo minha experiência em desenvolvimento humano, de administradora, marketing e coach, ajudando não apenas na atuação, como na estruturação do negócio com bases sólidas.

 

A mentoria é um processo de grande cumplicidade, onde eu, como mentora, contribuo para o crescimento profissional de quem me pede esse apoio, e me motivo ao acreditar e embarcar nas realizações e no crescimento de colegas de profissão, com a intenção de que estes sejam ainda melhores do que eu sou.

 

Mentoria para coaches: por que é importante?

 

A gente nunca começa uma carreira sozinho. A construção de uma carreira ocorre com o compartilhamento das experiências, resultados de pesquisas de evidências ou experimentações.

 

Para quem está iniciando a carreira de coach, é fundamental receber orientações de quem já está há muito tempo atuando no segmento, com larga experiência no mercado. Uma ajuda e tanto para decidir qual segmentação (nicho) ou tema irá seguir, não é mesmo?

 

E não é só isso. Para ter sucesso como coach, seja qual for o nicho que irá atuar, é fundamental trabalhar com as ferramentas certas, entender os meios de divulgação, principalmente com a internet e as nuanças do marketing digital. A minha experiência pode ser útil para o seu sucesso.

 

Estou há muitos anos no mundo corporativo e hoje ajudo as pessoas a se reencontrarem e se reconectarem às suas essências através de encontros, workshops, coaching.

A minha experiência pode te ajudar a ter sucesso como coach.

 

Entenda como é possível aqui. 

 

Escrevi um E-book sobre os 10 erros que os coaches cometem no inicio da atuação. Clique aqui para ter acesso. 

Nele, escrevi tudo o que eu gostaria que alguém tivesse me falado quando eu comecei a atuar como coach.

 

 

 

Ganhos diretos e indiretos de quem tem um bom mentor:

  • Networking: aumento da rede de contatos e influência.
  • Inspiração: olhar para o lado e ver alguém que também está crescendo, se desenvolvendo, trilhando um caminho parecido com o que você almeja.
  • Recebe tudo mastigado: sim, muito do que você teria que gastar HBNC (horas bunda na cadeira) lendo, estudando ou até mesmo gastando em cursos, é passado de forma clara e aplicável.
  • Mão na mão, olho no olho: o que aumenta a facilidade e a rapidez no trajeto.
  • Tempo: tudo o que falta pra todo mundo hoje, que é acelerar o tempo que iria gastar para chegar até determinado ponto.
  • Neutralidade com assertividade: afinal, o mentor tem interesse que você evolua, e com isso irá lhe apoiar a tomar as melhores decisões e se desenvolver constantemente.

 

 

Siga em frente, cresça, se desenvolva.

Não será por falta de apoio que sua carreira ou negócio não irá deslanchar.

 

Conte comigo!

 

 

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O perfeccionismo virou vilão?

Vivemos num mundo que cobra a perfeição a todo instante. O perfeccionismo tem sido valorizado, como comportamento esperado para se obter grandes resultados.

 

Não poste uma foto feia no Instagram, não ouse sair de casa sem ter arrumado o cabelo, sem estar com uma boa roupa. Seu filho tirou que nota na prova? Nove virou nota baixa. A perfeição aparece até nas entrevistas de emprego, quando perguntados sobre quais são seus pontos fracos e fortes, sempre aparece: perfeccionismo!

 

No ambiente profissional, competitivo, exigente e com foco em alta performance, é comum nos depararmos com pessoas que buscam cada vez mais a perfeição: não falhar, não cometer erros sob hipótese alguma e ainda mais – que vem e reveem cada tarefa realizada, buscando detalhes ínfimos a serem melhorados.

 

Precisamos ser perfeitos no trabalho, em casa, na sociedade, como pessoa, com a família.

E não apenas ser, é preciso mostrar que é.

E quando não se atinge esse alto patamar (fixado por quem, mesmo?) surge a frustração e a culpa!

 

 

Primeira reflexão, se você vive nesta pilha pela perfeição:

 

O que te motiva a agir assim? O que realmente busca? O resultado ou a aprovação de terceiros?

 

8 sinais de que a busca pela perfeição pode estar te atrapalhando:

 

  1. Você faz muito mais coisas para agradar aos outros do que porque realmente gostaria de ter feito.
  2. Você passa muito tempo fazendo tarefas repetitivas, como organizar ou conferir coisas.
  3. Constantemente você discute com as pessoas por elas terem feito algo diferente do que você esperava.
  4. Você procrastina e não finaliza algumas atividades, achando que falta algo ou que poderia estar melhor.
  5. Você é altamente crítico com o que faz.
  6. Você leva tudo para o lado pessoal – mesmo quando o erro foi cometido por outra pessoa, você se cobra!
  7. Você fica na defensiva quando é criticado.
  8. Você nunca acha que cumpriu o seu objetivo plenamente, sempre falta algo.

 

 

Para você não se sentir só, busquei na internet informação sobre alguns famosos perfeccionistas:

  • Glória Pires, atriz
  • Alessandra Negrini, atriz
  • Paula Fernandes, cantora
  • Cameron Diaz, atriz
  • Luciano Huck, apresentador e empresário
  • Beyoncé, cantora
  • Gustavo Kuerten, tenista
  • Lilian …rs

 

Os perfeccionistas, por serem muito detalhistas, determinados e não descansarem enquanto tem trabalho pela frente, não por acaso acabam conquistando sucesso em suas carreiras. O grande problema é o preço que pagam por esse crescimento, que vem com muito trabalho árduo e autocobrança exacerbada.

 

Eu, perfeccionista que sempre fui e que a algum tempo resolvi aliviar e ter uma vida e carreira mais leve, vejo que esta busca pela perfeição é uma maluquice que tem deixado muita gente sobrecarregada e com sequelas físicas, mentais e emocionais. Nos sobrecarregamos, vamos até o limite e nunca conseguimos baixar a régua.

 

 

Na minha visão, a definição de prioridades, a melhoria contínua e o desenvolvimento constante, são fundamentais e substituem a síndrome da perfeição.

 

 

– O que é prioridade na sua vida, no seu trabalho?

Se é pra se esforçar em algo, que seja no que realmente te dê resultados.

 

– O que você faz hoje que pode fazer de outro jeito, com melhores resultados e com redução de tempo ou outros recursos?

Isso é melhoria contínua, é se provocar a fazer o que precisa ser feito, mas analisar onde pode melhorar.

 

– Quais são as suas potencialidades e como pode usá-las com o melhor proveito possível?

Insistir em ser bom no que somos ruins ou medianos dá muito mais trabalho, leva muito mais tempo e causa mais desgaste do que se especializar no que você faz bem. Invista em você. Desenvolva novos comportamentos, conheça novas tecnologias e processos.

 

Na vida real, fora dos livros de autoajuda, existem muitos erros.

Errar é humano, já dizia algum filósofo, e errar faz parte do processo de aprendizado. Isso se, quem errou, tiver resiliência – esta sim, junto com a capacidade de aprender constantemente, é uma competência que eleva a pessoa a novos e altos patamares.

 

 

Mudar, se adaptar, corrigir a rota, faz parte da vida, da carreira, do negócio de todos nós. Não tem planejamento bem feito que seja executado com perfeição.

 

Algo sempre sairá diferente, e assim, imperfeito quando comparado ao esperado.

 

A cobrança pela perfeição gera sentimentos autocríticos, de inferioridade, de incapacidade. Mina a autoestima e com ela o poder de superação e a coragem pra retomar o rumo.

 

Se você quiser ler mais sobre este tema, indico o livro A coragem de ser imperfeito, de Brene Brown. Leia aqui a resenha.

 

Hoje vejo que é melhor ser imperfeita, e manter sempre a coragem de seguir em frente e dar o meu melhor.

 

Hoje melhor do que ontem, amanhã, muito melhor do que hoje.

 

 

COACHING ou MENTORIA, qual a melhor opção pra ajudar você a se desenvolver e acelerar sua carreira? Leia este artigo.

 

 

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Qual a importância de ter relacionamentos saudáveis?

Somos seres sociáveis, precisamos do convívio, do contato com outras pessoas. Também é comum buscarmos aprovação social.

 

Sermos aceitos, fazer parte de algo, está relacionado à nossa necessidade de associação, a necessidade de estarmos nos relacionando com pessoas que tenham gostos, valores e ambições parecidas com as nossas.

 

Tudo isso é muito importante para o ser humano, para que ele possa encontrar e se identificar com a sua tribo, seu grupo de afinidades, encontrar pessoas que sintam as mesmas coisas, que discutem os mesmos temas.

 

Quais os tipos de pessoas que precisamos em nossa vida? 

As pessoas que devemos ter conosco, em nossa caminhada, são as pessoas que acreditem em nós, em nosso potencial, em nossos sonhos. Pessoas que nos aceitem como somos, que se identifiquem com nossa essência e que acreditem em nossas potencialidades.

É maravilhoso quanto temos sonhos e podemos compartilha-los com pessoas que imediatamente se engajam, se entregam para realiza-los juntos.

        Eu posso falar que tenho várias pessoas que se engajam comigo, que dividem meus sonhos. 

        Talvez você que esteja lendo este artigo agora ou que me acompanha nas redes sociais, seja uma destas pessoas. 

        Posso também citar as pessoas que participam dos meus cursos, meu marido, amigos e colegas de trabalho.

E que tipo de pessoa é fundamental ter junto de nós? 

Pessoas que nos estimulem a crescer, a aumentar nosso desenvolvimento, que elevem nossa frequência e que nos impulsionem a sair da zona de conforto. Pessoas que nos provoquem a ser cada dia melhores e que nos façam evoluir.

É primordial olhar em volta e estar cercado de pessoas bacanas, positivas, que tenham ambições e vontade de crescer e se desenvolver, porque estas pessoas te estimularão a fazer a mesma coisa – e você fará o mesmo por elas!

 

Ao contrário disso as pessoas das quais você não precisa são aquelas que sugam suas energias, que te colocam para baixo e fazem com que você não queira evoluir.

 

Todos nós temos vontade e necessidade de associação, de pertencer a um grupo.

 

Essa questão é muito forte, só que temos que lembrar o seguinte: as pessoas que querem ficar embaixo, que não desejam crescer, que querem continuar na zona de conforto, elas também querem pertencer a um grupo, e quando você sair deste grupo, for buscar coisas novas e melhores, essas mesmas pessoas tentarão de puxar de volta, irão dizer para você não se arriscar, que é errado. Te julgarão. 

 

É nossa responsabilidade escolher de qual grupo queremos fazer parte:

Do grupo que nos elevará e impulsionará a novas experiências e conquistas ou do grupo que quer nos manter estagnado, parada no vida, vivendo com pessoas negativas e à base de reclamação.

 

Consiga enxergar e identificar essas pessoas, entender o que realmente elas buscam tendo você próximo à elas.

 

Além de conviver, aprendemos com as pessoas. Com as boas e com as más relações. Tudo é aprendizado.

 

É muito importante observarmos as pessoas que não temos afinidade ou que sentimos certa antipatia.

Olhe com atenção para elas.

Qual aprendizado estas pessoas estão nos trazendo, nos mostrando que tipo de pessoa nós não queremos ser ou como não queremos agir e nos comportar. Que tipo de líder ou colega não queremos ser?

Podemos aprender muito com esses exemplos. Note as pessoas que causam em você alguma rejeição, mal estar ou sensação ruim, e tente entender qual ponto essa pessoa feriu, qual sentimento, ou emoção aflorou a partir do contato com ela. Os incômodos revelados devem ser vistos e analisados com carinho, a fim de melhorarmos nosso autoconhecimento, exercitarmos nossa percepção e assim evoluirmos.

Neste processo de aprendizado é importante também termos uma mentoria. 

Um mentor é alguém para se espelhar. O mentor precisa ser alguém que admiramos e confiamos, que desenvolva um bom trabalho, seja em qual área for, pessoal ou profissional. Conhecendo seus trabalhos, seus caminhos, buscamos juntos traçar os mesmos passos, com muito estímulo e vontade de crescimento. O mentor provoca em nós muitas reflexões e também nos dá muitos chacoalhões, que nos impulsiona a agir, estimula nossa criatividade e vontade de fazer e acontecer, alcançando assim melhores resultados.

O principal: cerque-se de pessoas que te tragam alegria, admiração e uma vontade infinita de crescer, desenvolver e transformar. E seja você esta pessoa para todos que passarem em seu caminho.

 

Viva feliz.

 

Este texto foi extraído do video transmitido ao vivo em 05/12 pelo Facebook da Intentus – Assista aqui ao vídeo.

 

 

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