Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Liderança é uma benção, não importa se você é líder ou gestor.

 

Você assume a equipe, começa feliz, empolgado.. e quando vê, está sozinho.

 

Os outros líderes, mais velhos de casa, tem comportamentos que você reprova – e por divergir nas opiniões vez ou outra, é claro que não é aceito no grupo.

 

Seus antigos colegas de equipe, hoje seus liderados, em outros tempos te convidavam pro almoço, pro churrasco, pro futebol no final de semana.

 

Agora não dá mais, afinal, você é “o chefe”, aquele que toma decisões duras, cobra metas e resultados e pode até já ter demitido alguém do grupo.

 

Pode parecer estória, mas se você conversar com pessoas que tem cargo de liderança verá que muitas delas compartilham do mesmo sentimento: solidão, nada de benção.

Se ser líder traz tantos desafios e percalços, por que muita gente ainda quer trilhar este caminho?

 

Dinheiro, status, aptidão, necessidade.

Ser líder tem suas “partes fenomenais de boas”.

 

 

Posso começar falando do meu caso: assumir as rédeas, tomar a frente da situação, motivar os colegas para agir, defender os “fracos e oprimidos”, comandar… que eu me lembre, desde a primeira série eu já fazia isso.

Posso ser considerada uma líder nata, destas que nascem com vocação para puxar o time.

 

Aqui estou eu com parte da minha equipe de 2011, quando eu era Gerente de RH.

Cuidávamos de pouco mais de 1600 colaboradores...

Das 11 pessoas da minha equipe, apenas 3 tinham experiência anterior em RH. 

Contratei, treinei e hoje me orgulho da carreira deles.

 

 

Diferente do meu caso, tem aqueles que desempenham bem sua função, crescem dentro de uma equipe em carreira solo – e seja pelo seu tempo e conhecimento de empresa, por terem resultados diferenciados ou pelos conhecimentos que possuem no projeto ou negócio, acabam “virando líder” .

 

> Vamos deixar bem claro. Esta introdução toda é somente para você entender que por mais que os caminhos sejam diferentes, o meio é sempre igual:

 

Os líderes normalmente não possuem todo apoio e referência que precisam, se sentem solitários e precisam se desenvolver em competências que muitas vezes sequer presenciaram!

 

Antes de continuar e falar sobre desenvolvimento de competências de liderança, precisamos contextualizar os títulos:

 

Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

 

Sim, tem muito gestor disfarçado de líder.

 

Tem muito líder sem cargo, comandando, engajando e inspirando lindamente equipes.

 

Tem muita gente que não é nem um nem outro. Tem um cargo, um título. Na prática, não coordena, não inspira, não engaja. Mas serve de exemplo: Nem que seja do que não fazer.

 

***

 

Chefe – nomenclatura pejorativa, associada à quem manda de forma autoritária.

 

Gestor – responsável por processos, planejamento e sistemas.

 

Líder – responsável pela condução, engajando, motivando, comunicando, desenvolvendo as pessoas rumo aos objetivos e resultados.

 

Nas empresas por aí existem chefes-gestores, gestores-líderes, líderes sem a gestão… e tem quem finja ser o que não é.

***

 

Eu tive a sorte de poder contar com alguns bons líderes. Que me inspiraram, me deram oportunidade, me incentivaram, me desafiaram a crescer – e que me puxaram muito a orelha! Mereci cada bronca, cada avaliação ou f**dback! E tudo isso me fez crescer.

 

 

***

 

Porém, quando me deparei com péssimos líderes, a lição veio à galope: a cada segundo eu conseguia entender o que eu não queria fazer e ser. Me policiava sempre para agir com minha equipe de forma diferente da qual eu era tratada.

 

 

***

Seja através de exemplos bons ou ruins, em avaliações ou feedbacks, ou pela própria auto-percepção, uma coisa é fato:

 

 

A maior necessidade de um líder é desenvolver a sua parte comportamental, melhorar seu autoconhecimento e sua visão sobre pessoas (de verdade), para então conseguir evoluir no papel (não apenas no cargo) de liderança.

 

 

Desde 2007 eu aplico programas de desenvolvimento de liderança. O ponto inicial a ser trabalhado é quanto ao papel do líder.

 

Saiba aqui como podemos ajudar sua empresa a ter melhores resultados e desenvolver pessoas. 

 

 

Muitas pessoas viram líderes, mas tem dúvida sobre qual o real papel de um líder, acabam confundindo gestão com liderança, investem tempo demais nas tarefas e esquecem das pessoas – ou se perdem frente a tantas responsabilidades.

 

 

No meu entendimento, existem 3 pilares fundamentais para exercer uma boa liderança, para que alguém seja considerado um bom líder.

 

Falo sobre os 3 pilares aqui neste vídeo:

 

 

E quais são, ao meu ver, as Atitudes Essenciais para um Líder:

 

 

SER EXEMPLO – não pode falar uma coisa e fazer outra. Não precisa impor nada, suas atitudes conduzem as pessoas a seguir seu exemplo e agirem da forma certa. 

 

 

TER SENSO DE DONO – sente-se responsável pela equipe, pelo projeto, pelas entregas. Assume o que precisa ser feito. O problema é sempre meu.

 

 

DELEGA, CONFIA, DÁ AUTONOMIA E DESENVOLVE – um líder acredita no potencial da sua equipe, conhece cada um que está com ele.

 

 

COMUNICAÇÃO E FEEDBACK ASSERTIVOS – um bom líder é bom ao se comunicar e em dar e receber feedbacks – inclusive pedindo a opinião ou sugestão dos outros quanto as suas ações e comportamentos.

 

 

 É CONFIÁVEL E POSITIVO – todos confiam nele, sabem que podem contar inclusive nas horas ruins, porque ele sempre encara as situações como aprendizado, não como falha. 

Nunca coloca a culpa nas pessoas da equipe e sim, assume o que precisa ser ajustado. Se alguém deixou de fazer algo, ou fez errado, é porque ele falhou, não a equipe.

 

***

 

Estas atitudes estão totalmente interligadas

Assim como delegar não é apenas repassar uma tarefa e cobrar o resultado final, como muitos acham e fazem.

O primeiro elemento para a delegação acontecer é a confiança. Ao delegar, eu preciso confiar na capacidade de realização e no comprometimento da outra pessoa com a entrega.

 

E como confiar? Acompanhando. Delegando atividades em partes, checando o entendimento e a execução.

Porém, deixando o outro livre para que este contribua, agregue, não apenas faça “do meu jeito”. Que ele faça o melhor.

E por fim, incentivando e motivando para que o profissional evolua, se desenvolva, use suas potencialidades e se sinta realmente “dono do projeto” e peça fundamental dentro do grupo.

Assim, entregas acontecem e as pessoas se desenvolvem e se motivam.

 

**

Liderar é cuidar de gente.

 

E não tem como cuidar de gente, sem entender de gente, em sua individualidade.

A começar, entendendo sobre a gente mesmo.

 

Se você quer se desenvolver, conheça o coaching e saiba como ele pode te ajudar no autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades e comportamentos.  Clique aqui e saiba mais.

 

Compartilhe!

Insatisfação profissional: Como mudar este cenário – Entrevista para TV Novo Tempo

A insatisfação profissional atinge mais de 56% dos trabalhadores brasileiros, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e pelo grupo LTM, divulgada no final de 2017.  Destes, um grande número pretende mudar de emprego.

 

 

Tal situação não é ruim apenas para os profissionais, mas também para as empresas.

 

 

 

Eu fui entrevistada pela TV Novo Tempo sobre este tema:

Insatisfação Profissional e os impactos para profissionais e empresas.

 

Para os profissionais, o quadro mais comum é:

 

  • Desânimo quando pensa ou fala sobre o trabalho;
  • Adoecimento físico e mental;
  • Desmotivação para realizar atividades ou estudo referente a assuntos que sempre gostou;
  • Compensações desregradas em outras áreas da vida (comer ou gastar demais, por exemplo);
  • Diminuição do rendimento, causando baixa produtividade;
  • Outras mais

 

Aqui neste artigo falo mais sobre a insatisfação profissional.

 

 

No dia 03 de Setembro de 2018 foi ao ar uma entrevista para a TV Novo Tempo na qual falei sobre o tema.

 

Assista a primeira parte:

 

 

O coaching pode ajudá-lo a entender o motivo da sua insatisfação e traçar os passos para que você consiga ser feliz  e bem realizado profissionalmente!  Saiba mais aqui.

 

 

Já para as empresas, ter uma equipe desmotivada também é muito ruim, compromete principalmente o clima e os resultados.

 

Principais consequências:

  • Aumento no absenteísmo, do turnover e  adoecimento dos funcionários;
  • Desmotivação, que pode se alastrar “detonando”o clima organizacional;
  • Impacto negativo na qualidade dos serviços, produtos e atendimento aos clientes;
  • Equipe descomprometida com a liderança, metas e resultados;
  • outros mais.

Na 2a parte da entrevista, falo sobre o impacto da insatisfação profissional nas empresas:

 

 

Se a sua empresa precisa de ajuda para trabalhar os comportamentos da sua equipe,  impactando positivamente nos resultados e no clima, consulte nossas soluções empresariais: treinamentos, coaching e consultoria para ajudar a melhorar o trabalho em equipe, a performance e a felicidade de todos!

 

Confira nossas soluções empresariais

 

 

Lembre:se – Pessoas felizes trabalham mais e melhor.

 

 

Compartilhe!

Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

Compartilhe!

4 Passos Para Fazer Uma Transição de Carreira

Processo de transição de carreira - ilustração

 

Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade ou vontade de mudança:

 

Sempre há dúvidas sobre ter escolhido a profissão certa…

 

Neste artigo vamos abordar os seguinte assuntos para você que pretende mudar de carreira e melhorar a satisfação profissional:

 

  • O conceito sobre ter optado pela melhor formação profissional
  • A falta de tempo e a queda na qualidade de vida
  • Por que há desmotivação?
  • Falta de desafios
  • Processo de transição de carreira em 4 passos incríveis

Por que muitas vezes desejamos mudar de carreira?

 

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem uma transição de carreira, porém muitos não sabem como fazer a transição, por onde começar e nem qual o melhor caminho a seguir.

 

 

Neste artigo cheio de informações úteis e esclarecedoras conheça 4 passos fundamentais para o processo de transição de carreira.

 

 

Antes, entenda o começo de tudo

 

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.

 

Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

 

Foi o sonho dos seus avós, dos seus pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Quem não ouviu histórias de garotos e garotas que são incentivadas a seguir carreiras conhecidas como “valorizadas”, no caso advocacia ou medicina, por exemplo, apenas por que a família deseja?

 

Mas não existe só um caminho do sucesso profissional.

 

E saber disso muda completamente a forma de lidar com os sintomas da insatisfação profissional.

 

 

Muitas pessoas estão infelizes e insatisfeitas nas suas carreiras e não sabem que é possível mudar de área de atuação a partir dos conhecimentos e aprendizados que já possuem.

 

Aliás…

 

Você sabe as causas e sintomas da infelicidade no trabalho?

 

Falta de tempo e queda na qualidade de vida

 

Uma das principais queixas de quem está infeliz na carreira atual é sobre a falta de tempo pra vida pessoal. Muita gente reclama de não ter mais tempo para a família e para os amigos.

 

Geralmente, são pessoas com uma carreira promissora, bem desenvolvida, muitas vezes com sucesso profissional, mas que acabaram perdendo a qualidade de vida, o convívio com a família, o auto-cuidado.

 

Pessoas que não encontram mais tempo para o lazer ou para uma atividade física. Em muitos casos, a saúde já está comprometida e a pessoa segue em ritmo alucinante de estresse e cansaço.

 

Pessoas que se enquadram neste item costumam, quando em estado avançado de desgaste, entrar em quadros de doença psicológica, como burnout, depressão e síndrome do pânico, ou problemas físicos, como aumento de pressão arterial, dores de estômago, falta ou excesso de sono.

 

Nesse caso, antes de uma transição de carreira, é preciso cuidar da saúde.

 

 

Desmotivação e o Piloto Automático ligado

 

Outra grande queixa é quanto a entrar no chamado “piloto automático”.

A pessoa não sente mais prazer, não sabe mais por que está ali, naquele cargo, naquela empresa, e torce para acabar logo o dia, ou a semana, para ir embora para casa.

 

Quem está no piloto automático não dá a mínima para o que faz e não sente interesse genuíno no trabalho e nas atividades cotidianas, não sente realização.

 

Tudo fica muito pesado.

 

Então, a pessoa acaba procrastinando, buscando realização e satisfação em outras tarefas particulares, ou fazendo coisas à toa, como navegar na internet sem foco e sem necessidade. Com isso, elas perdem produtividade e precisam ficar até mais tarde. Vira um ciclo quase sem fim.

 

Falta de Desafios e Oportunidades

 

Em outros casos, a pessoa sabe que está numa carreira que gosta, sabe que teve resultados bons, mas não enxerga mais os próximos passos, não vê chance de crescimento, desenvolvimento, não sabe se fez a escolha certa ou se era mesmo aquele caminho, apesar de já ter tido sucessos, ter resultados positivos.

 

Olha para frente e não enxerga se sua vida profissional continua por aquele caminho, que é a carreira que ela quer seguir.

 

 

Não importa o grau do desconforto que você esteja vivendo.

 

O importante é identificar que qualquer tipo de incômodo, por maior ou menor grau que ele venha, são sinais importantes.

 

Os incômodos são sinais de que tem alguma coisa errada que precisa ser mudada.

O incômodo é como se fosse uma ferida aberta. Então, é preciso olhar para essa ferida para buscar a cura. Para entender o porquê desse incômodo existir.

 

E por que muitas vezes as pessoas acabam travando nas decisões profissionais?

 
As escolhas de carreira são feitas por modelos e pelos caminhos mais fáceis ou conhecidos.
Na maioria das vezes, na hora de escolher uma profissão, acabamos escolhendo as carreiras tradicionais ou aquela profissão em que você já conhece alguém que trabalha naquilo, ou então a profissão do momento, a que paga bem.

 

Em geral fazemos a escolha profissional sem grande embasamento, na maioria das vezes, de uma forma muito precoce, num momento da vida que ninguém está ainda pronto.

 

Ilustração sobre o sonho de mudar de carreira que gosta

 

 

Neurológicamente, as pessoas ainda não estão prontas na adolescência para fazer escolhas, mas são obrigadas a tal definição (pense bem quando encontrar um adolescente e for perguntar pra ele o que ele quer ser quando crescer!).

 

E mais: só depois que iniciamos em determinada profissão é que iremos avaliar se gostamos ou não, se a realidade era aquilo mesmo que sonhamos (porque também existe uma lacuna enorme entre o sonho e o dia a dia profissional).

 
O que falta no Brasil e em muitos países do mundo é um preparo adequado para a escolha da profissão ideal. Mas enquanto não somos ainda eficientes nisso, saiba que sempre há tempo de mudar.

 

E, então, é muito comum as pessoas entrarem no famoso piloto automático, o famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

É esse piloto automático que faz com que as pessoas se acostumem com uma coisa, mesmo que ela seja ruim. O piloto automático condiciona a seguir naquele caminho e a fazer o que todo mundo faz, achar normal a vida que se tem, sem questionar.

 

 

Você olha em volta e vê que está todo mundo feliz, vê que todo mundo faz algo parecido com o que você faz, o mesmo estilo de vida, as mesmas dificuldades.

 

Mesmo você se sentindo infeliz no seu trabalho, você percebe que todos seguem o mesmo caminho e você acha que não tem motivos para reclamar e se sentir infeliz. “Eu devo ser o errado, fora da curva”.

 

Mas o mundo gira… e cada vez mais rápido!

 

Sentir estes desconfortos na carreira – e os impactos que nossas escolhas profissionais trazem para a vida, tem muita ligação com as pessoas começarem a entender que, talvez, estes modelos de sucesso em vigor não sirvam para todos.

 

Que precisamos olhar muito mais para o que realmente faz sentido em nossas vidas e fazer adaptações conforme experimentamos viver, conforme as situações ocorrem.

 

Tem muita gente que vai fazer uma coisa e irá se sentir super-realizado com aquilo. E o outro, não. E tudo bem.

 

Porque as escolhas teriam que estar muito mais ligadas com quem somos do que com o que os outros esperam de nós.

 

Estar desconfortável, sentindo que algo poderia ser diferente, que poderia ser melhor, que poderia fazer algo novo, que poderia ter resultados diferentes, não é coisa de gente fracassada e que não está preocupada com a carreira.

 

Pelo contrário.

 

Essa preocupação é uma preocupação legítima de quem realmente está consciente, de quem se preocupa, de quem tem responsabilidade, de quem quer resultados.

 

Mas que deseja resultados que tenham a ver com quem se é.

 

 

Trabalho deve ser fonte de prazer e felicidade.

Não de sofrimento ou pura obrigação.

 

 

Mas, então, como fazer uma transição de carreira e buscar um trabalho que faça sentido?

 
 
Ilustração sobre como mudar de carreira, os processos
 

Veja aqui 4 passos para ter um adequado processo de transição de carreira

 

1. Pense em Novas Possibilidades

Faça as seguintes perguntas:

  • O que mais eu posso fazer?
  • No que mais eu posso usar as minhas habilidades?
  • As minhas experiências, os meus conhecimentos, as minhas relações todas. Onde mais eu posso aplicar isso?

Essa é a hora em que um engenheiro pode virar um assessor financeiro, porque ele entende muito de cálculo e tem facilidade com números, por exemplo.

 

2. Qual o Seu Propósito?

O meu propósito é o porquê eu faço alguma coisa.

Propósito não tem nada daquelas questões mágicas.

O propósito é por que eu faço o que faço.

  • Por que eu levanto de manhã e vou trabalhar?
  • Por que eu quero trabalhar?
  • Por que eu preciso desse dinheiro?

Busque estas respostas em você.

 

3. Valores Pessoais

  • O que é importante para você, de verdade?
  • Quais são as causas que te motivam?
  • Pelo que você briga? O que você realmente acredita?

 

Se o seu propósito não estiver alinhado ou seus valores estiverem sendo corrompidos, vai sempre ficar um sentimento de vazio, um sentimento de que falta alguma coisa.

 

 

4. Teste Uma Nova Ideia

Isso é uma questão muito forte, porém muitas vezes negligenciada até o limite. Muita gente deixa para testar a nova ideia em momentos de risco.

 

 

O Brasil é o país onde mais se fecham empresas nos primeiros dois anos.

 

As pessoas abrem empresas em situações vulneráveis, muitas vezes em pleno desemprego e sem reserva financeira – e elas não param de pé. Porque a pessoa abre o seu negócio sem o planejamento que precisava ou na hora em que não tem outra opção.

 

Sempre que possível, deve-se testar primeiro a viabilidade, testar se você gosta realmente daquilo, se a ideia realmente tem futuro, para então iniciar a mudança.

 

E como testar?

 

Cursos rápidos. Aqui, você já começa a ter interação com aquela nova realidade, com pessoas ligadas àquela atividade.

 

Networking. Começar a estreitar o networking na área onde quer começar a atuar. Comece a falar com pessoas que também tenham um negócio muito parecido com o que você quer criar. Estabeleça contatos.

 

Converse com pessoas da área. Se você quer mudar de profissão, converse com pessoas que estão na área nova. Converse com pessoas que vão te falar a realidade como está aquela área de atuação.

 

Inicie algo de forma paralela. De preferência, de formato pequeno. Veja se tem aceitação e se tem mercado aquilo que você quer fazer. Teste de uma forma menor e vá aumentando conforme os resultados aparecendo, ampliando o modelo.

 

 

Ilustração sobre o tempo no trabalho. Processos de transição de carreira

 

 Extra: assista ao webinário sobre a transição de carreira

E por que muita gente mesmo sabendo que as coisas vão mal, não mudam?

 

A maior parte das pessoas não muda por medo.

 

O medo impede a gente de realizar coisas novas, de mudar, de tentar coisas diferentes, de quebrar padrões.

 

Quantas vezes você queria fazer algo novo, ficou ensaiando, com medo e, quando fez, o ato aconteceu rápido, você conquistou, deu certo? Quantas vezes perdemos mais tempo com o medo do que com a execução?

 

O medo faz com que as pessoas se limitem o tempo inteiro. Elas se boicotam, se sabotam, atrasam sonhos e atrasam projetos.

 

O que não significa que não é preciso avaliar riscos. Tem sim que avaliar.

 

O medo deve servir para prevenir, não para limitar.

 

Faça um planejamento para tentar analisar esses impactos e riscos. 

Isso diminui o medo, mas você tem que entender de onde vem o medo, se ele é real e o que você pode fazer para prevenir os riscos.

 

 

Dessa forma, é possível passar pelo processo de transição de carreira de forma mais segura e eficaz.

 

Neste link tem um vídeo onde falo um pouco mais sobre Transições

 

 

Que muitas profissões estão com os dias contados, isso não é mais novidade. Algumas pessoas já sentem na pele a dificuldade para encontrarem uma vaga, uma oportunidade para continuarem fazendo o que sempre fizeram.

 

Haja vista a área de tecnologia. Existem inúmeras agências digitais e empresas correlatas que abrem oportunidades de trabalho para profissões que até poucos anos não existiam. O mercado está dinâmico, essa é uma nova realidade que também serve como portas oportunas para mudar de carreira que te satisfaça.

 

Aqui, lanço uma provocação: será que não é hora de se reinventar, de fazer algo diferente, algo novo, utilizando seus conhecimentos e experiências de outra forma? Com as mudanças acontecendo cada vez de forma mais acelerada, precisamos nos reinventar – seja na função atual, aprendendo e aplicando novos conhecimentos e habilidades, seja para mudar radicalmente.

 

 

E ainda temos mais um elemento: trabalharemos cada vez mais e precisaremos da renda e da ocupação saudável!

 

Xô aposentadoria, trabalharemos até os 70, 80, 90, 100 anos.

 

 

E não será fazendo a mesma atividade que fazemos hoje. Com este novo cenário, uma pessoa fará durante sua vida de 3 a 8 transições de carreira!!! Não importa qual a sua situação atual, pensar em transição de carreira é algo fundamental.

 

 

E você sabia que o coaching pode te ajudar a ter clareza e planejamento para uma transição mais tranquila e segura?   

 

 

Leia aqui mais informações 

 

 

Compartilhe!

Como mudar de carreira com planejamento, foco e determinação

Muitas vezes, ao percebermos que algo vai mal na carreira, ou que a busca por uma recolocação não chega, é necessário Mudar de Carreira. Para essa transição dar certo, é necessário planejamento, foco e determinação.

 Na hora de realizar uma transição, pensar numa nova forma de atuação, seja uma nova profissão, montar uma empresa ou empreender de forma autônoma (ser um freelancer, por exemplo), podem ser opções.

 Este artigo tem como objetivo dar detalhes sobre como mudar de carreira de forma segura e com planejamento.

Quem encara uma transição de carreira normalmente passa por 4 fases:

 

  • Decidir se chegou a hora certa de mudar.
  • Escolher qual caminho seguir.
  • Identificar como superar o medo – e se atirar com cautela na nova etapa.
  • Saber quais são os passos necessários e certeiros para seguir em frente e vencer!

 

Neste artigo, falarei principalmente sobre o 4º item:

 

Como seguir em frente, vencer a ansiedade inicial, respirar fundo e seguir confiante rumo à mudança profissional.

 

Como mudar de carreira em 4 etapas

Etapa 1 – Planejar o futuro

 

Antes de qualquer caminhada, é importante ter uma mínima noção de: ONDE VOCÊ QUER CHEGAR.

 

Na estória de Alice no país das maravilhas, há um trecho onde Alice está perdida e encontra o Gato em cima de uma árvore. Ao vê-lo, surge o diálogo:

 

 

– O senhor pode me ajudar?
– Claro. Responde o Gato.
– Para onde vai essa estrada? – pergunta Alice.
– Para aonde você quer ir?
– Eu não sei. Estou perdida.
– Para quem não sabe para aonde vai, qualquer caminho serve.

 

 

 

 

a) Clareza

 

Então, antes de sair fazendo cursos, contatos, investindo tempo e dinheiro baseado no que você PRECISA FAZER HOJE, tenha a mínima noção do que VOCÊ REALMENTE busca a longo prazo.

 

Você não precisa ter clareza total, saber detalhadamente cada etapa do caminho, mas precisa ter a visão macro sobre:

 

  • O que busca – O que te motiva, quais sonhos quer realizar, quais realizações deseja ter.
  • O que é fundamental na sua vida – Do que você não abre mão, quais sãos as coisas, pessoas ou momentos valiosos na sua vida. Por exemplo, se almoçar com a família todos finais de semana é fundamental para você, uma atividade que envolva viagens ou trabalho aos finais de semana pode acabar sendo frustrante.
  • Quais são os seus valores – Dentro de você existem conceitos éticos, morais e filosóficos que devem ser respeitados para que você tenha o senso de pertencimento e engajamento no trabalho que precisar realizar.

 

 

E aqui, o assunto não é apenas carreira. É a soma de tudo o que te faz pleno, realizado.

 

 

 b) Pé no chão:

Olhe para suas finanças. Quanto tempo de fôlego financeiro você possui até conseguir que seu novo projeto – seja uma empresa faturando ou que a nova carreira aconteça?

 

 

Qual a previsão de entradas e saídas no próximo ano?

A conta fecha?

 

 

 

 

Para este exercício, sugiro o seguinte:

 

Pense no pior cenário, tanto para gastos, como para entradas. Considere todas despesas altas, sem cortes, economias ou ajudas. E considere as entradas mínimas, como se não entrasse um real na sua conta.

E aí. Como ficou sua conta?

Você segue em frente mesmo assim, ou precisa aumentar sua reserva, ter ganhos extras, de outras fontes, fazer ajustes?

Essa análise tenebrosa vai te apoiar nos momentos difíceis. Porque se você topar seguir em frente olhando pro pior cenário, nada do que acontecer depois, financeiramente falando, irá te desestabilizar.

 

 

E acredite: muitos casamentos se desestabilizam e sociedades terminam quando o dinheiro desaparece da conta.

Um dos grandes problemas para quem pretende mudar de carreira é justamente a falta de um planejamento financeiro, ou planejamento incorreto. Toda mudança de profissão requer desafios neste aspecto.

 

 c) Olho no retrovisor:

Análise de mercado e concorrência

 

Não importa se a ideia é um negócio próprio, ser freelancer ou tentar uma nova carreira.

Olhe para o mercado atual e analise tendências futuras. A internet é hoje uma grande aliada, tem tudo no Google! Basta se dedicar, pesquisar e separar o que é relevante.

 

 

Duas certezas da vida:

 

  • Muitas coisas vão continuar surgindo e desaparecendo, da noite para o dia.
  • Nem tudo que dá certo para todo mundo, dará certo pra você (como sua mãe dizia, você não é todo mundo)!


Não fique no achismo. Não ache que o segmento que pretende atuar é sempre fácil. Você precisa entender bem como é o mercado que pretende atuar, seja empreendedor ou mudança de carreira.

 

Se você vai empreender, monte um plano de negócios, pesquise, teste, valide.

Converse com as pessoas, não tenha medo de expor sua ideia. É isso que irá validá-la.

E as pessoas (ao menos a maioria) não irão criticar sua ideia porque tem inveja de você – e sim, porque a ideia é ruim mesmo. Leve isso em consideração e vá ajustando o plano inicial.

Se tem um aprendizado bom nesta fase é não levar as criticas e negativas que vai ouvir como algo pessoal. E também aprender que mesmo quem te incentiva, pode nunca comprar nada de você, nem te contratar.

Saiba separar fãs e amigos, de clientes ou contratantes em potencial. Os primeiros te aplaudem, os segundos – que são muito mais críticos – serão os que investem em você.

 

 

Ilustração sobre como mudar de carreira e profissão

 

Aproveite para ler também 4 passos para transição de carreira

2o Passo – Planejar o agora

 

Hora de entrar em ação. Nesta fase, uma competência será fundamental: FOCO.

 

Principais pontos de desvio do Foco:

 

Excesso de atividades – Perder tempo executando atividades que não precisam ser realizadas naquele momento é uma grande perda de tempo profissional. É necessário definir prioridade: qual atividade realmente é importante, que trará resultados concretos para o que você deseja? É por esta atividade que você deve começar o dia.

 

O trabalho que não é trabalho – Somos acostumados a trabalhar numa empresa, temos modelos enraizados em nosso cérebro sobre “o que é considerado trabalho”. Logo, ao ficar no computador na sala de casa, você tem altas chances de ser interrompido – a família não irá aceitar que você está trabalhando, irá te solicitar coisas que irão te tirar o foco. Ou então, você mesmo definirá no meio do dia que tem coisas “mais importantes” para fazer do que estudar ou prospectar clientes, como arrumar os livros ou organizar as gavetas do escritório.

 

Estabeleça horários e locais de trabalho, mesmo trabalhando em casa. Sinalize os momentos em que precisa ter foco (usar fones de ouvido ou se isolar num ambiente ajudam).

 

Utilizar espaços de trabalho compartilhado, como os coworkings, ajuda muito. Eu mesma optei por trabalhar num espaço assim, super bacana.

O que vale nesta hora: identificar um local que, além das facilidades disponíveis, possua uma rede de profissionais em sintonia com seu momento, para ampliar e fortalecer não apenas seu networking mas também sua rede de colaboração e conhecimento.

 

 

Distrações – Seja a rede social, a notificação de mensagem no celular, as abas abertas no navegador ou um colega que não para de falar, as distrações são responsáveis pela perda de contexto, que faz com que nosso cérebro gaste tempo “voltando para onde estava antes de ser interrompido”. Como evitar distrações: remova o máximo de interferências possíveis.

 

A técnica Pomodoro para gestão do tempo é bem útil nestas horas. Consiste em colocar um cronômetro marcando 25 minutos. Neste tempo, você deve focar numa única atividade. Ao final uma pausa de 5 minutos, também cronometrada, para distrações em geral. E volta no ciclo.

 

 

Planeje seu desenvolvimento:

Tenha clareza sobre o que você precisa desenvolver, em você, para alcançar os objetivos que busca. Uma forma simples de elaborar seu plano de desenvolvimento é olhar para o CHA:

Conhecimentos – Habilidades – Atitudes

 

Liste:

  • Quais conhecimentos (técnicos ou teóricos) precisa desenvolver.
  • Quais habilidades (experiências e vivências) necessita.
  • Quais são as atitudes (comportamentos) que ajudarão você nesta jornada.

 

Não tem problema se imediatamente você não souber. Identifique o que já está perceptível e depois, converse com profissionais da nova área e fique atento às suas dificuldades. Estes serão os maiores filtros sobre o que é necessário desenvolver.

 

Vá atualizando a sua lista de desenvolvimento, conforme se aprofundar mais na transição de carreira.

 

Defina ações para cada um dos itens levantados.

Depois, enumere todos eles, por prioridade, sendo o 1 o mais urgente ou impactante para a transição.

 

 

Planeje suas ações:

 

Semanalmente olhe para tudo o que busca, o que precisa desenvolver e realizar, e defina as metas e prioridades da semana. Pode ser uma agenda, um caderno ou aplicativo (como o Trello), onde você irá gerenciar as atividades.

 

 

 

 

3o Passo – Rasgue o planejamento!

 

O planejamento para mim é uma bússola, não um mapa.

 

Ou seja, ele dá uma orientação, mostra o rumo, mas não traça exatamente o caminho a ser seguido.

 

Com a bússola na mão, sabendo que está andando na direção certa, desvios e atalhos (também conhecidos como oportunidades) vão surgir, assim como distrações e precipícios.

 

Estar de olhos bem abertos, atento para separar o que é oportunidade do que é perda de tempo fará toda diferença na trajetória.

 

A resiliência, a perspicácia, a coragem, a positividade e a criatividade farão toda diferença nesta etapa.

 

 

Quando você faz um planejamento, tudo é maravilhoso, o papel aceita tudo.

Mas saber adaptar e reagir rapidamente e de forma positiva aos percalços do caminho é o que garantem o sucesso de um negócio ou carreira.

 

Acredite, se tudo der certo, muita coisa sairá diferente do planejado. Que bom.

 

 

O caminho se faz caminhando.

 

7 dicas para ajudar você a estar atento – e não se perder ou desistir no caminho:

 

  • A empolgação e a motivação começam algo. O propósito é o que mantém ele vivo nos momentos de dificuldade.
  • Cerque-se de pessoas que te apoiam. Não tente convencer as que não acreditam em você. O seu exemplo provará que você estava certo, mais pra frente.
  • Considere um plano B, C, D, E, F para renda alternativa… e isso não significa que você não acredita no plano A e sim que você pode ter contas pra pagar – e que para não se desesperar com o tempo necessário para algo se consolidar – tendo outras fontes de renda, ajudará a manter o plano principal em ação.
  • Cada pessoa tem um ritmo e competências diferentes, não se compare.
  • Não queira convencer ninguém a vir pro seu lado, e não se deixe convencer de que você é louco.
  • Faça networking, busque parcerias e pessoas que estejam no mesmo momento que você.
  • Busque mentores e fontes de inspiração – pessoas que já trilharam um caminho parecido com o seu, para te inspirar e orientar.

 

 

Não se esqueça, a sorte chega pra quem trabalha duro e acredita em si mesmo.

 

 

Neste vídeo eu falo sobre Como planejar a sua transição de carreira 
com assertividade e clareza

 

Compartilhe!

Tudo o que você precisa saber para trabalhar – e se dar bem – como freelancer

Seja por opção – pela busca de realização, flexibilidade e ser seu próprio chefe, ou pela falta de emprego e necessidade de se lançar num plano B, saiba como ter bons resultados e não fazer do seu trabalho como freelancer um mero “bico”.

 

Neste artigo você vai saber detalhes sobre o mercado de freelancer.

 

  • Como ser freelancer de sucesso?
  • Como trabalhar como freelancer no Brasil?
  • Como mudar de profissão ou trabalho: migrar para freelancer.
  • Os principais portais do segmento para encontrar trabalhos ou anunciar a sua mão de obra.

 

Já pensou em trabalhar em casa, ganhando para fazer o que gosta e ainda administrar o próprio tempo? Pois é assim que em geral vive um freelancer.

 

Esse profissional trabalha por conta própria, prestando serviços para empresas ou pessoas físicas de maneira autônoma, com uma atuação cada vez maior no mercado online.

 

O que antes era só um “bico”, uma opção para quem estava com dificuldades para se recolocar no mercado ou uma forma de levantar uma grana extra, hoje vem se tornando uma tendência mundial.

 

 

Cada vez mais profissionais acreditam neste modelo como o melhor para sua atuação, unindo a flexibilidade de realizar sua própria gestão do tempo e de demandas à independência de escolher seu local físico de trabalho, que normalmente é realizado de forma remota.

  • Mas é possível ser um profissional de sucesso atuando como freelancer?
  • Trabalhar como freelancer possibilita realizações profissionais?
  • Como ser freelancer de sucesso?

 

Continue a leitura deste artigo pois vou demonstrar que ser freelancer, muitas vezes, pode sim trazer uma grande realização profissional.

 

 

Saiba quais são as profissões em alta no mercado freelancer

 

O número de freelancers só tem aumentado nos últimos anos e tem sido a opção para diversos profissionais atuarem em suas áreas, sem ter de esperar por uma vaga com carteira assinada em uma empresa.

 

Muitas empresas – principalmente as que buscam agilidade e economia, também tem optado por, ao invés de contratar empregados fixos para realizarem determinadas tarefas, solicitarem os serviços desse tipo de profissional, pagando por trabalho ou projeto realizado.

 

Dentre as diversas opções disponíveis, de acordo com uma pesquisa feita em 2017 pelo site Freelancer, as profissões que vem ganhando maior destaque são as que prestam serviços remotos, como:

  • redatores
  • produtores e editores de conteúdo (vídeo, áudio e texto)
  • designer (o que inclui web e designer gráfico)
  • social media
  • desenvolvedores
  • ilustradores
  • gerentes de projetos
  • assistentes pessoais e profissionais de marketing digital

 

Outras profissões já estão acostumadas ao mundo autônomo, principalmente atividades sazonais e de atendimento físico na residência ou na empresa contratante, como arquitetos, eletricistas, profissionais da área de saúde e estética, manutenção predial e residencial, TI, etc.

 

O que se percebe, não é só um aumento na tendência na opção por freelancers, mas também um crescimento na variedade de profissões a disposição nesse mercado.

 

 

Como ser freelancer?

 

Reflexão para os profissionais que estão pensando em migrar para o trabalho freelancer – e não sabem por onde começar:

  • Quais tarefas posso realizar – e oferecer – de forma remota?
  • Quais atividades as empresas não precisam ter disponível durante todo o período, e sim por um determinado tempo ou projeto?
  • No que sou especialista e posso contribuir para as empresas ou pessoas?

 

Se reinventar, encontrar novas demandas ou novas formas de oferecer sua atividade é fundamental para adaptar-se aos novos tempos.

 

 

Pesquisas confirmam o aumento de freelancers pelo Brasil e pelo mundo

 

Segundo o Relatório de Trabalho Independente realizado pela Workana, um dos sites mais utilizados pelos profissionais autônomos, o número de freelancers no Brasil cresceu 181%, só em 2016.

 

 

O site Freelancer, que conta com mais de 20 milhões de usuários no mundo, divulgou um outro relatório, este do Instituto Global McKinsey, apontando que de 20 a 30% da força de trabalho na Europa e EUA, no mesmo ano, já estavam envolvidas em trabalhos independentes.

 

 

Para complementar as informações e não deixar dúvida de que esse tipo de trabalho só tem ganhado terreno pelo planeta, uma pesquisa feita pelo Great Big Survey, ao entrevistar 40 mil trabalhadores em todo o mundo, constatou que cerca de 61% dos entrevistados presam pelo equilíbrio entre vida profissional e pessoal, sendo esse o principal motivo em se optar pelo trabalho como freelancer.

 

Ficou interessado?

 

Que tal então conhecer melhor a carreira de freelancer?

Grátis: mini curso como planejar o seu sucesso

 

 

Para que você se inteire mais sobre o assunto, separamos uma lista com alguns dos sites mais utilizados tanto pelos profissionais que estão em busca de trabalhos, como pelas empresas e pessoas que precisam de um profissional qualificado para atender suas demandas. Sites para encontrar projetos e trabalhar em casa como freelancer.

 

Confira a lista abaixo.

 

Os melhores sites para trabalhar como freelancer

 

# Freelancer

O Freelancer é o maior site no mundo, tanto para quem busca trabalho, como para quem está atrás de mão de obra qualificada. Está disponível em mais de 200 países, sendo as profissões de designer e as ligadas ao marketing digital as que mais geram movimento na plataforma.

O que oferece de diferente: O site disponibiliza um serviço de auto-divulgação, onde o profissional qualifica suas habilidades, o que pode ajudar na hora de angariar novos clientes.

 

$ – O cadastro é gratuito, mas para melhorar suas chances, ao se certificar, você paga por certificação.

Link para o site Freelancer

 

# Workana
O Workana nos últimos anos vem ganhando espaço no mercado freela e apesar de disponibilizar trabalhos em diversas áreas, ainda é mais forte para profissionais que atuam como web designers, redatores, produtores de conteúdo, desenvolvedores, tradutores e outras áreas ligadas à tecnologia.

O que oferece de diferente: Um aplicativo que auxilia o profissional a registrar as tarefas e permite que o cliente acompanhe e controle o andamento e o tempo de execução dos trabalhos.

$ – Oferece cadastro gratuito com contas de benefícios pagas, que são opcionais.

Link para o site Workana

 

 

 

# 99 Freelas

Esta é uma plataforma de marketplace para frelancers, totalmente nacional que cada vez mais ganha espaço no mercado brasileiro. Iniciou apenas com trabalhos e projetos na área de programação, mas hoje conta com um bom leque de opções, como trabalhos nas áreas de design, redação, marketing, arquitetura, entre outros.

O que oferece de diferente: Os profissionais recebem dos clientes avaliações que se transformam em uma pontuação que melhora a credibilidade do profissional e sua posição em um ranking criado pela plataforma.

$ – A plataforma é gratuita, o valor é cobrado por trabalho realizado – uma taxa de 10%.

Link para o site da 99Freelas

 

# Rock Content
Plataforma de marketing digital que oferece trabalhos para produtores de conteúdo, em funções como planejador de pautas, redação, revisão e design de e-books. A plataforma só aceita freelancers certificados em Produção de Conteúdo Para Web, porém oferece o curso gratuito pela Universidade Rock Content, no próprio site.

O que oferece de diferente: O contato é direto com a plataforma, sem intermediários. O profissional precisa estar cadastrado para acessar e receber as propostas.

$ – Plataforma e cadastro gratuito.

Link para o site da Rock Content

 

# Be Freela

Não é um site de empregos, mas une dicas sobre trabalho e estilo de vida nômade e você pode assinar a newsletter na qual eles encaminham dicas, informações e eventualmente publicam vagas de trabalho remoto.

O conteúdo é bem elaborado e de alta qualidade, vale a pena a leitura.

O que oferece de diferente: Conteúdo autoral e real, escrito por pessoas que realmente vivem de forma freela.

Link para o site do Be Freela

 

# LinkedIn Profinder

Uma nova funcionalidade do LinkedIn para conectar profissionais que prestam serviços autônomo à pessoas e empresas que tenham projetos disponíveis pela plataforma.

 

Ainda está em testes e disponível apenas nos EUA e em categorias de serviço específicas, mas logo deve estar disponível no Brasil (vamos aguardar!!)

 

Se você não sabe utilizar o LinkedIn e ainda não tem bons resultados por lá, leia este artigo:

Como se destacar e fazer negócios no LinkedIn

 

 

E você quer saber como funciona o mercado freela?

Perguntei pro Leonardo Born, escritor e produtor de conteúdo freela, ganhador de um prêmio FLIP de Literatura, sobre qual a sua visão deste modelo de trabalho:

“Estou há pouco tempo no mercado de trabalhos freela, mas como sempre gostei de escrever e me especializei nessa área, percebi que há muito campo para quem estiver disposto a se dedicar. Não há mágica e nem vou dizer que é fácil, mas com foco, persistência e dedicação, aproveitando as oportunidades e ferramentas que a web disponibiliza, digo que sim, é possível se viver de freelas, fazer carreira que escolher.”

 

 

E quais são as maiores dificuldades de quem ingressa neste mercado?

Altas e baixas nas demandas, instabilidade financeira, necessidade de um bom planejamento de tempo e tarefas, prospecção e atualização constante são os principais problemas enfrentados por profissionais que assumiram o trabalho por projeto.

 

Porém, muitas destas adaptações não são exclusividade na rotina de profissionais autônomos. Em muitas empresas e profissões, os trabalhos remotos já são uma realidade.

 

Economia financeira e de espaço, sustentabilidade e flexibilidade de horário são itens que tem levado cada vez mais empresas e profissionais a optarem pelo home office.

 

Este caminho é uma tendência, o que não significa que seja um caminho único – nem o trabalho remoto, nem o trabalho por projetos, será a única opção dos profissionais.

 

 

Pra fechar – 5 dicas para você melhorar seus resultados como freelancer

 

#1 Considere-se uma empresa
Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda seu cliente por chat, saiba: você precisa se considerar uma empresa e trabalhar de forma séria e profissional, se quiser ser bem-sucedido.

Neste quesito o que vale é você se profissionalizar: ferramentas, aplicativos, apresentação, planejamento. Tudo é possível de ser realizado de forma simplificada, muitas vezes com softwares e aplicativos gratuitos. Esteja sempre atualizado, pensando no futuro e tomando ações no presente que garantam sua trajetória.

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que passa aos seus clientes desde a primeira interação. E lembre-se: quando você trabalha de forma remota, o seu site, portfólio e suas redes sociais são o seu escritório, precisam estar arrumadas para quando seu cliente chegar.

Tenha um cadastro como MEI (Microempreendedor Individual)

Se você for um freelancer que fatura até R$ 81 mil por ano, leve em consideração ter um MEI. Assim, você terá um CNPJ, uma empresa com direito a emitir nota fiscal e tudo. A diferença que o freelancer precisará pagar apenas uma taxa mensal dos tributos de R$ 47,70 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (para Comércio e Indústria) por meio do DAS (carnê) emitido através do Portal do Empreendedor.

 

Compensa principalmente para freelancer que presta serviço para outras empresas (terceirização).

 

#2 Delimite e organize seu espaço
Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho. Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido (pode ser uma mesinha no seu quarto ou um kit de trabalho com todas as suas coisas!).

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para o negócio fluir bem.

 

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter back up de tudo!

 

#3 Tenha agenda – e saiba definir prioridades

O sonho de todo freela é trabalhar de frente pra praia, 3 a 4 horas por dia, e fazendo somente o que gosta. A realidade é bem diferente. Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Já cheguei a ficar em hotel na praia, com o Sol brilhando lá fora – e não conseguir sair de dentro do quarto, atendendo demandas de clientes!

 

Prazos curtos e projetos acumulados são uma rotina de quem trabalha como autônomo. Saiba definir prioridades e utilize ferramentas de apoio.

 

Eu já testei o Trello, Evernote, Agenda do Google. Tudo ajuda, busque o que funciona pra você.

 

 

#4 Relacionamento é a alma do negócio

Apesar da efetividade dos sites que divulgam os projetos, muitos trabalhos são solicitados por indicação e referência.

 

Estabelecer bons contatos, manter sempre ações voltadas para a prospecção e para a divulgação do seu trabalho, ajudam muito.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais freelancers se encontram. São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

É muito importante também estabelecer boas parcerias com outros profissionais freelancers. Quando atuamos por projeto é comum precisarmos de outros profissionais, com atividades complementares, para realizar uma entrega. Os parceiros são a equipe de trabalho no universo freelancer.

 

#5 Qualidade gera Resultado

Dedique-se a fazer sempre a melhor entrega. Muitos profissionais em início de atuação preocupam-se com a oferta e com o fechamento e dedicam pouco tempo para a entrega.

 

Porém, uma entrega de alta qualidade, no prazo e de preferência com elementos que sequer foram sonhados pelo cliente (afinal, você é o especialista!) farão com que ele jamais esqueça de você ou pense em cotar um novo profissional – além de aumentar as chances dele te indicar!

 

Alta qualidade e cumprimento de prazo são atributos fundamentais dos profissionais que têm êxito como freelancers.

 

 

 

**

Se você tem dúvidas se este é o seu caminho, assista este vídeo sobre transição de carreira, onde ensino o método que criei para ajudar meus clientes a avaliarem se é hora de fazer uma mudança profissional.

 

Espero ter esclarecido a respeito do tema como ser freelancer de sucesso!!

 

 

Compartilhe!

O que é Protagonismo e como aumentar o seu

Exemplificação sobre o que é protagonismo e como crescer na profissão

Muito se fala sobre ser protagonista da sua vida.

 

E o que é protagonismo?

 

Ser protagonista é você assumir o controle, o papel principal.

É um termo muito usado no teatro, no cinema, na novela.

Na literatura é o definido como personagem principal ou central de uma história.

Acredite, o final da história da sua vida quem define é você, pois somente você pode ser o protagonista ideal para o sucesso na sua vida profissional e principalmente no trabalho.

 

E na vida, o que é ser ser protagonista?

 

Em diversas ocasiões, seja na vida pessoal  ou no trabalho, você pode ser o protagonista das atitudes e meio que vive.

 

Não importa onde você nasceu, as condições que teve, as influências do meio – e sim, a forma como você reage e como irá lidar com o que te acontece.

 

Claro que, dependendo da situação, teremos mais dificuldade.

 

Mas lembre-se, dificuldade não é limitação.

 

Podemos realizar coisas grandiosas se acreditarmos em nosso potencial e se nos dedicarmos.

 

O protagonista dos filmes e novelas é sempre o mocinho, aquele que aparece do início ao fim – nem sempre apenas nas cenas boas (afinal, coisas ruins acontecem), mas sempre é a pessoa que se supera, que dá um jeito, que busca solução para os problemas – e que no fim, vence e conquista seus objetivos e sonhos.

 

Existem 5 pilares sobre protagonismo que você precisa dominar para crescer na profissão:

 

1 – Melhorar seus padrões de pensamento

 

Pensar positivo, confiar nos resultados e na sua capacidade.

 

Se você por exemplo vê dificuldades em tudo e ao invés de procurar uma maneira de solucionar os problemas, apenas resmunga, achando que não tem jeito, provavelmente nem tenta algumas realizações ou já começa acreditando no fracasso. Com isso, seu subconsciente já não motiva as ações, seu empenho diminui…e claro, os resultados serão menores!

 

Para crescer na profissão é fundamental que pense sempre positivo e tenha confiança de que faz é rentável, produtivo e qualitativo.

 

2 – Ter proatividade

Encarar que é necessário treinar e errar, para então aprender e obter sucesso. Só erra quem faz. E quem faz tem muito mais chance de aprender. Então, arregace as mangas e parta pra ação. Como eu gosto de trabalhar a proatividade: a cada uma hora de teoria, uma hora de prática! Teste!

 

3 – Clareza sobre interesses e necessidades

Pra que você faz o que faz, qual o seu interesse ao realizar uma tarefa, ao fazer algo? Somos movidos por interesses – e isso não é ruim como nos ensinaram, tudo depende do foco!

Ao escrever este texto eu tenho um interesse: transmitir um conteúdo que acredito ser de alto valor.

Qual o seu interesse ao ler? Qual o seu interesse em aplicar? 

 

Viu, tudo tem um interesse genuíno, apenas precisamos ter clareza sobre ele – do contrário, teremos ações sem objetivo.

 

 

4 – Propósito definido

Propósito nada mais é o porque você faz o que faz. Pra que você vive, trabalha, se desenvolve?

Se você não sabe, é hora de avaliar. E mais: podemos ter propósitos distintos em fases ou papeis da vida.

 

Hoje seu propósito profissional pode ser ter sucesso, uma carreira brilhante, sentir-se orgulhoso da sua trajetória. Daqui a alguns anos, seu propósito pode ser ensinar, repassar o conhecimento que somou.

 

5 – Nada é, tudo está.

Questionar o que existe e saber que o mundo muda, nós mudamos e aquilo que acreditamos ser certo ou errado pode ser alterado é um dos pilares do protagonismo.

E por que? Porque não acreditar que já existem todas respostas, de que a felicidade está no final da jornada e sim no caminho faz com que tenhamos sempre ousadia e vontade de aprender, de mudar, de melhorar e vida e trabalho. Características que somadas apoiam na construção de novas realidades.

 

Saia dos bastidores e assuma o papel principal, sendo responsável pelo seu sucesso.

 

Estes 5 pilares do protagonismo podem ser os alicerces para você crescer na profissão de maneira qualitativa e satisfatória.

 

Conheça a trilha de carreira – 4 passos para planejar o seu sucesso

 

 

Compartilhe!

Como falar sobre pretensão salarial?

O que é linkedin e como usá-lo pra fazer negocios

Você sabe qual o momento certo de falar sobre pretensão salarial e como definir a sua?

A maior parte das empresas, ao abrir uma vaga, já possui o valor que deseja pagar pelo profissional que irá contratar.

A pergunta sobre pretensão salarial é exatamente para constatar se o candidato se adequa ao valor e se irá sentir-se motivado a trabalhar em troca de tal remuneração.

Trazer um candidato com valor superior ao previsto da vaga pode gerar desequilíbrio interno na empresa – profissionais com mais tempo de empresa podem se sentir desprestigiados, a empresa ou setor pode ter um custo orçamentário não previsto, e pelo lado do novo integrante, o medo das empresas é investir em alguém que continuará em busca de algo melhor, que não irá ficar confortável com um valor abaixo do que pretendia – e que muitas vezes aceita o emprego de forma transitória.

Se você tem dúvidas sobre este tema (assim como muita gente!), preparei algumas dicas sobre o assunto:

Quando os anúncios de vagas pedem pretensão salarial, é essencial ter esta informação no currículo?

Quando nos deparamos com anúncios de vagas a grande dúvida é saber como falar sobre pretensão salarial de maneira adequada e sincera. Sempre mencione a pretensão, quando solicitado. Não precisa informar um valor específico, pode mencionar um valor aproximado, como por exemplo: “entre R$ 2.000 e R$ 3.000, negociável de acordo com o pacote de benefícios”.

Nem só de salário se compõe a remuneração, por isso é importante considerar essa variação.

 

 

Ilustração sobre como falar de pretensão salarial

 

O mesmo vale ao responder entrevista presencial se questionado sobre a pretensão salarial. Sempre que possível, seja franco quanto espera ser remunerado pela função pretendida.

O que define a pretensão salarial?

Leva em consideração vários fatores: localização geográfica, tipo de negócio e tamanho da empresa, tempo de experiência do profissional, nível hierárquico e de responsabilidade da vaga são algumas delas.

Um profissional mais sênior, numa empresa pequena, pode ganhar menos do que um profissional júnior numa grande empresa. Tudo deve ser analisado.

Se logo no meu currículo a pretensão estiver acima do que eles pretendem pagar, eu já serei excluído?

Se existir apenas uma vaga e o valor pedido for muito acima, são altas as chances de ser eliminado apenas pela informação.

Mas se o profissional tiver um histórico e formação interessante para a empresa, poderá ser considerado para outras oportunidades, permanecendo num banco de dados ou sendo chamado para entrevista nos casos em que há oportunidade de entrar para a vaga de menor salário com possibilidade de crescimento a curto prazo (mantendo assim a motivação do candidato pela vaga).

Também pode ocorrer, em raros casos, uma contraproposta mesmo que abaixo do valor pretendido pelo candidato caso a empresa julgue interessante e de acordo com o nível de interesse pela qualificação. Nessa contraproposta pode envolver outros benefícios ou até plano de carreira, por exemplo.

Dar uma pretensão salarial muito baixa é ruim?

Cada um deve saber até onde vai seu poder de negociação, não existem limites e não tem problema em reduzir salário, inclusive é uma realidade no mercado atual.

Muitos profissionais tinham um alto salário pelo tempo de empresa ou aquecimento de mercado. Com a crise econômica e o alto desemprego do país, as médias salariais baixaram consideravelmente.

Se adequar a nova realidade faz parte do processo de recolocação. O que o profissional deve analisar é que uma vez que ele regrida na remuneração, não será simples ou rápido ter a elevação salarial se ela for muito grande, pode levar tempo.

Como pesquisar por salários equivalentes ao meu cargo e experiência?

Uma boa dia é pesquisar no segmento que você ou a empresa que pretende contratar atua qual é a média salarial para o cargo pretendido, lembrando que os valores podem variar de um estado para o outro.

É importante analisar o ambiente: estar atento ao mercado da sua região, acompanhar as vagas e analisar o volume de ofertas x demandas.

Também existem sites que realizam pesquisas salariais (Love Monday, Hays) e outros, como o Vagas.com, que disponibilizam uma média salarial pública, que pode ser consultada.

Atente-se apenas que em geral as pesquisas e tabelas podem não considerar a realidade da sua região, então se faz necessário a primeira análise citada (ambiente), de qualquer forma.

 

 

Se eu quero ganhar mais do que eu ganho hoje para mudar de emprego, quanto eu devo pedir?

 

Muitas pessoas que estão empregadas e buscam uma nova recolocação colocam percentuais em torno de 10 a 20% acima do que ganham como pretensão na busca do novo emprego.

 

Eu acho isso um erro, pois crescimento profissional e busca de um novo emprego não deve ser feito com base apenas em percentual de aumento salarial imediato, outros fatores devem ser levados em consideração, como ambiente de trabalho, benefícios como um todo, possibilidades de crescimento e desenvolvimento profissional, qualidade de vida, etc.

 

Muitas vezes a troca ocorre por um salário igual ou até mesmo inferior, mas os ganhos indiretos são muito mais vantajosos.

De qualquer forma, também vale a pesquisa e análise de mercado.

E se você deseja ajuda para saber qual o melhor momento para mudar de emprego ou até profissão, saiba aqui como podemos contribuir.

 

Cultura e ambiente empresarial devem ser levados em consideração para definir o salário?

Nem sempre um profissional com um bom salário se sente realizado e feliz onde está.

 

É cada vez mais comum as pessoas deixarem um bom emprego com um excelente salário, para irem atrás de trabalhos em empresas onde se sintam mais realizadas e tenham valores pessoais alinhados.

 

O tempo despendido ao trabalho é cada vez maior, as pessoas já não enxergam a aposentadoria como um fim de carreira, e por isso estar num ambiente onde se sintam bem faz diferença para essa longevidade e bem estar profissional.

 

Ilustração sobre quanto pretende de salário

 

Benefícios precisam entrar nesta pretensão?

Sim, benefícios fazem toda diferença.

Existem empresa que concedem benefícios com auxilio a estudo, cursos de idiomas, previdência privada, auxilio em despesas como combustível e moradia.

 

Quando somados, estes benefícios diminuem as despesas que a pessoa teria que arcar com o salário, que pode acabar sendo menor do que em uma empresa com menos benefícios, mas no final, entre entradas e saídas, a conta do orçamento doméstico fecha mais positiva.

 

Se existe algum benefício que seja indispensável para você, é importante que ele seja mencionado. Do contrário, vale perguntar quais benefícios a empresa oferece.

Quais são os principais erros cometidos pelos candidatos?

  • mencionar a pretensão no currículo, sem ela ter sido solicitada;
  • ter uma pretensão salarial incompatível com o mercado atual, baseada em experiência passadas e sem pesquisa e adequação recente;
  • preocupação com o salário bruto, sem análise dos demais itens que compõe a remuneração e sem analisar o possível desenvolvimento de carreira;
  • comparar a remuneração sua com profissionais formados na mesma época e graduação, mas com carreiras conduzidas de forma totalmente diferente.

 

 

E se você errou e por isso foi demitido no último emprego, como falar sobre isso na entrevista?   – Aqui eu falo sobre isso!

 

 

Erro no trabalho: você sabe o que fazer caso cometa um?

 

 

Ficou com alguma dúvida? Escreva pra gente!

 

 

Lilian Sanches

Especialista em Carreira (Transições, Felicidade e Futuro do Trabalho) – Coach – Mentora – Palestrante

**

Se você procura coaching para sua carreira, treinamentos, mentoria ou consultoria, conte conosco. Atendimento online para todo Brasil. Atendimento presencial em São José dos Campos, Vale do Paraíba e São Paulo.

 

 

Compartilhe!

Erro no trabalho: você sabe o que fazer caso cometa um?

Todo mundo já passou por isso: cometer um erro no trabalho.

Se a situação é inevitável – e quanto mais proativa a pessoa, mais predisposta ao erro – como lidar com a situação quando ela ocorrer e quais os passos para não deixar essa situação impactar negativamente em sua carreira?

  

O primeiro passo: analisar impactos e aprendizados.

 

O profissional deve analisar os impactos causados pelo erro. O que aconteceu, quem são as pessoas, áreas ou clientes impactados.

 

É importante também refletir sobre o motivo que levou ao erro, com foco no aprendizado e para que a falha não volte a acontecer.

 

Os motivos mais frequentes que levam aos erros no ambiente profissional são: excesso de tarefas realizadas de forma simultâneas, falta de atenção, falta de habilidade ou conhecimento para executar determinada atividade, desconhecimento de algum fator ou histórico.

 

 

Quem é o primeiro que deve ser avisado quando acontece um erro no trabalho?

 

Sempre comunique ao seu superior, e de preferência, quando houver tempo hábil, com as análises sobre impactos e motivos que levaram ao erro.

Transparência e humildade farão toda a diferença na hora de assumir que algo saiu diferente do previsto e ainda ajudarão a construir uma imagem de comprometimento e responsabilidade.

Todos somos passíveis ao erro e o importante quando ele ocorrer é nunca fingir que nada aconteceu.

 

É preciso propor uma solução para corrigir o erro? Por quê?

 

Sempre que possível, trace as ações necessárias para corrigir o problema. Se não souber como resolver, não hesite em pedir ajuda, inclusive envolvendo o restante da equipe.

 

O foco deve ser na solução e não no problema.

Mesmo quando não souber como solucionar, envolva-se diretamente nas ações propostas pelo líder ou pela equipe. O responsável pelo erro deve ser o primeiro a mostrar preocupação não apenas em corrigir o problema, mas também em propôs soluções e processos para que o erro não volte a acontecer.

 

 

Tem gente que finge que não fez nada ou defende até a morte que o que fez era certo.

Que tipo de consequência essa atitude pode ter?

 

Ao ser descoberto, afirmar que não errou causa desconforto, perda de confiança e credibilidade, que pode comprometer de forma definitiva a carreira de alguém.

A equipe, o líder e demais envolvidos (como clientes ou fornecedores) dificilmente voltarão a confiar em alguém que não responde pelos seus atos e que não assume seus erros. Portanto, é muito mais profissional e melhor assumir o erro, do que mentir ou omitir.

 

E se o erro foi causado por algum descuido devido a pessoa estar com problemas de ordem pessoal?

Dependendo da gravidade do problema pessoal, ele deve sim ser levado ao conhecimento do superior imediato, de forma privada, e não somente justificando o erro, mas também como um alerta de que pode ser necessário um afastamento ou diminuição das atividades críticas até que a situação pessoal se regularize.

Cada vez mais as empresas estão abertas a compreenderem o impacto das situações pessoais no ambiente de trabalho, afinal, não existe separação entre profissional e pessoal quando se fala sobre bem-estar e saúde física e emocional.

 

 

O que fazer caso o erro tenha causado uma demissão?

 

Ninguém tem o objetivo de errar, porém mesmo sabendo disso o sentimento de culpa é muito comum quando um erro acontece, ainda mais quando ele tem consequências severas, como no caso de uma demissão.

 

É importante tentar manter o foco nos aprendizados e no que precisa ser feito, da solução do problema à busca de um novo emprego.

Buscar apoio também deve ser considerado, principalmente nos casos onde o profissional não consegue mudar o foco dos seus pensamentos.

Um excelente exercício nesta hora, para aumentar a autoestima profissional, é fazer uma lista de tudo o que foi realizado e conquistado de positivo, das menores às maiores conquistas.

Essa lista também será útil quando precisar falar sobre a performance no último emprego, pois estará muito mais focado no positivo do que no erro cometido.

 

Se além de você, mais uma pessoa cometeu erro, mas só você levou a culpa (e o outro ficou calado), como proceder?

Chame a pessoa em particular para conversar e tente entender os motivos pelo qual ela não assumiu sua participação no erro.

Definam, nesta conversa, se o assunto será levado ao superior, ou leve você o tema para a liderança, também numa conversa individual, se achar que isso é necessário.

É importante entender que nem sempre as pessoas omitem seus erros por desvios de caráter. Muitas vezes, é o medo das consequências que impede as pessoas de falarem a verdade. Procure não julgar, antes de saber a verdade.

 

O medo de errar novamente pode atrapalhar o desempenho? Como evitar isso?

Sim, e é muito importante o papel do líder em apoiar e estabelecer conversas positivas, focando sempre na solução e na tratativa dos fatos e não no erro ou na busca por culpados, para não fortalecer sentimentos de culpa, fracasso e baixa autoestima.

Já a pessoa que errou deve focar em seu desenvolvimento, nos aprendizados adquiridos e em como ter mais atenção para não cometer novamente o mesmo erro.

 

 

E como evitar errar novamente? É possível fazer isso?

É fundamental a análise do ocorrido para que se evitem novos erros, identificando o que motivou o erro, ajustando processos, treinando e capacitando melhor os envolvidos e comunicando à equipe, para que todos aprendam com o erro cometido e assim a mesma situação não volte a acontecer.

 

Ninguém gosta de errar, mas é consenso geral que é através dos erros que surgem os maiores aprendizados.

 

Lembre-se: só erra quem faz.

 

**

Dois aliados para sua carreira: COACHING E MENTORIA. Você sabe qual o ideal pra você?

Leia aqui: http://www.intentus.me/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-mentoria/

 

 

**

 

Quer ler mais? Nesta matéria da UOL eu contribui sobre este mesmo tema:

https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/12/13/cometeu-um-erro-no-trabalho-eis-o-que-voce-precisa-fazer.htm

 

 

 

Se você procura coaching para sua carreira, treinamentos, mentoria ou consultoria, conte conosco. Atendimento online para todo Brasil. Atendimento presencial em São José dos Campos, Vale do Paraíba e São Paulo.

Compartilhe!

Qual a diferença entre Coaching e Mentoria?

Diferença de entre coaching e mentoria - ilustração sobre mentoria para coaches

 

Neste artigo quero compartilhar as seguintes informações fundamentais:

  • Definições de coaching
  • Definições de mentoria
  • O que é e como funciona a mentoria para coaches
  • Quais as diferenças entre coaching e mentoria

 

A maioria das pessoas busca crescimento profissional e financeiro, ser bem sucedido, ter realizações na vida, na carreira.

 

Só que muitas não sabem por onde começar, se estão no caminho certo, ou o que fazer para mudar determinada situação. Outras têm clareza do objetivo e precisam de apoio e orientação sobre qual a forma mais efetiva de concretizar seus objetivos.

 

Esta é a grande diferença entre buscar um processo de coaching ou de mentoria quando se deseja melhorar ou acelerar a carreira.

 

Embora nos dois casos o profissional irá utilizar técnicas, ferramentas e metodologias de desenvolvimento pessoal e profissional, a forma de abordagem é que será bem diferente.

Definições e empregabilidade do coaching

 

No processo de coaching é estimulado o raciocínio e a busca de respostas e do desenvolvimento através da análise de cenários, dos próprios atos e comportamentos realizados pelo cliente.

 

Os principais temas que levam os profissionais a buscarem um profissional de coaching para apoiá-los é:

  • Insatisfação com a carreira
  • Melhoria de Performance 
  • Desejo de transição de carreira ou negócio próprio
  • Busca por cargos de liderança e gestão
  • Organização e planejamento de carreira
  • Necessidade de ajustar comportamentos que estejam sabotando a carreira

 

O coaching pode ser considerado uma assessoria pessoal e profissional que utiliza procedimentos orientados destinados a uma ou mais pessoas, ou também para equipes e empresas alcancem resultados positivos, de acordo com objetivos e metas.

 

O processo tem como base de estudo a Psicologia Cognitiva, Psicologia Comportamental, Psicologia Positiva, Ciências Organizacionais e Filosofia.

 

Mais detalhes sobre o que é coaching durante a leitura.

Saiba mais detalhes sobre mentoria para coaches

 

 

Duas pessoas em reunião - ilustração sobre mentoria para coaches

 

 

 

O COACHING É um processo que pode ser realizado de forma presencial ou online, individual ou em grupo, onde são utilizadas ferramentas, reflexões e atividades para a construção de novos comportamentos e pensamentos com foco no aumento do autoconhecimento, clareza sobre objetivos e prioridades e a definição clara de metas, que resultam em melhor performance e qualidade de vida.

 

Definição de Coaching, pela Sociedade Brasileira de Coaching

O coaching é um processo, ou seja, um conjunto sequencial de procedimentos e ações que visa atingir uma meta ou objetivo. Por ser um processo, o coaching possui procedimentos definidos; tem começo, meio e fim; e transcorre em determinado período de tempo.

 

No processo de coaching, o cliente é levado a buscar novos entendimentos, alternativas e opções capazes de fazer com que ele amplie suas realizações e conquistas.

 

Em resumo: coaching é um processo que ajuda as pessoas a se conhecerem melhor, traçarem planos e assim alcançarem objetivos de forma integrada com sua verdade.

 

Ilustração de pessoas fazendo análises de carreiras

 

 

Mas ainda existem os nichos de atuação e as abordagens, por isso você vê coaches de variados tipos: emagrecimento, finanças, felicidade, saúde, relacionamentos, carreira. Cada um irá dar ênfase a um tipo específico de tema.

 

Quanto às abordagens:, a mais tradicional é a escola Americana, primeira a surgir e com foco em resultados.
Este modelo surgiu principalmente para ajudar empresas, gestores e executivos, por isso o foco em metas, resultados e performance. Eu utilizo esta metodologia, tradicional, para atender empresas.

 

Quando falamos sobre pessoas, olho no olho, eu me identifico mais com a abordagem do Coaching Integral.

 

O foco de atuação maior do meu processo de coaching é quanto à carreira e autoconhecimento, porém com a visão holística, analisando todas as interferências e impactos que as ações causam nos diversos papéis que queremos ter no decorrer da vida.

 

O profissional também pode ser pai ou mãe, marido ou esposa, esportista, viajante, leitor voraz ou voluntário em projetos sociais. Tudo se soma e nos complementa, de forma integral.

 

Por isso digo que tudo é sobre a gente, nada de olhar caixinhas separadas.

 

Neste vídeo, explico mais sobre o processo de coaching de carreira:

 

 

Agende uma sessão experimental ou saiba mais sobre coaching

 

 

 

 

 

E o que é mentoria?

Mentoria é um processo com foco na transferência de conhecimentos e vivências. Aqui, a experiência do profissional fará toda a diferença para o mentorado, pois o processo é muito mais ativo.

 

A mentoria é um caminho cada vez mais utilizado por profissionais que têm clareza sobre o objetivo que estão seguindo e que necessitam de ajustes e acompanhamento nas ações, para acelerar o percurso e os aprendizados, diminuindo tentativas e erros.

 

É como se fosse um “atalho” no qual o mentor dá a mão para o mentorado e o “puxa” cada vez mais frente, de forma ativa, ajudando a encontrar as melhores soluções e os melhores caminhos para cada etapa ou desafio.

 

A mentoria costuma ser um processo contínuo ou mais longo, onde você conta com um aliado mais experiente, que fez um percurso igual ou parecido com o que você quer realizar, que estará ao seu lado, apoiando e compartilhando conhecimentos, experiências, aprendizados, erros e acertos para que você evolui com a maior solidez e agilidade possível, ajustando comportamentos e ações conforme estas ocorrem, com os exemplos do dia a dia.

 

O mentor não toma decisões pelo mentorado, ele ajuda a enxergar com maior clareza os caminhos, possibilidades até então não observadas e soluções diferentes para as situações. Aconselha nas tomadas de decisões.

 

Exatamente por essa característica, é muito recomendado para gestores de empresas, empreendedores e profissionais que fizeram transições de carreira e que precisam acelerar a nova experiência, trazendo resultados mais rápidos do que num processo normal, que somaria o tempo de aprender com o de fazer.

 

Tipos de Mentoria que eu realizo:

 

  • Mentoria Empresarial, para Gestores: indicado para empreendedores ou profissionais em carreira de gestão, que precisam obter excelentes resultados através da melhoria da gestão de processos e pessoas.

 

  • Mentoria para Coaches: coaches que estão iniciando a carreira costumam ter dificuldade na escolha de nicho, diversificação do negócio, formas e ferramentas para atendimento, meios de divulgação, etc.É uma transição de carreira feita muitas vezes sozinho. Neste caso, somo minha experiência em desenvolvimento humano, de administradora, marketing e coach, ajudando não apenas na atuação, como na estruturação do negócio com bases sólidas.

 

A mentoria é um processo de grande cumplicidade, onde eu, como mentora, contribuo para o crescimento profissional de quem me pede esse apoio, e me motivo ao acreditar e embarcar nas realizações e no crescimento de colegas de profissão, com a intenção de que estes sejam ainda melhores do que eu sou.

 

Mentoria para coaches: por que é importante?

 

A gente nunca começa uma carreira sozinho. A construção de uma carreira ocorre com o compartilhamento das experiências, resultados de pesquisas de evidências ou experimentações.

 

Para quem está iniciando a carreira de coach, é fundamental receber orientações de quem já está há muito tempo atuando no segmento, com larga experiência no mercado. Uma ajuda e tanto para decidir qual segmentação (nicho) ou tema irá seguir, não é mesmo?

 

E não é só isso. Para ter sucesso como coach, seja qual for o nicho que irá atuar, é fundamental trabalhar com as ferramentas certas, entender os meios de divulgação, principalmente com a internet e as nuanças do marketing digital. A minha experiência pode ser útil para o seu sucesso.

 

Estou há muitos anos no mundo corporativo e hoje ajudo as pessoas a se reencontrarem e se reconectarem às suas essências através de encontros, workshops, coaching.

A minha experiência pode te ajudar a ter sucesso como coach.

 

Entenda como é possível aqui. 

 

Escrevi um E-book sobre os 10 erros que os coaches cometem no inicio da atuação. Clique aqui para ter acesso. 

Nele, escrevi tudo o que eu gostaria que alguém tivesse me falado quando eu comecei a atuar como coach.

 

 

 

Ganhos diretos e indiretos de quem tem um bom mentor:

  • Networking: aumento da rede de contatos e influência.
  • Inspiração: olhar para o lado e ver alguém que também está crescendo, se desenvolvendo, trilhando um caminho parecido com o que você almeja.
  • Recebe tudo mastigado: sim, muito do que você teria que gastar HBNC (horas bunda na cadeira) lendo, estudando ou até mesmo gastando em cursos, é passado de forma clara e aplicável.
  • Mão na mão, olho no olho: o que aumenta a facilidade e a rapidez no trajeto.
  • Tempo: tudo o que falta pra todo mundo hoje, que é acelerar o tempo que iria gastar para chegar até determinado ponto.
  • Neutralidade com assertividade: afinal, o mentor tem interesse que você evolua, e com isso irá lhe apoiar a tomar as melhores decisões e se desenvolver constantemente.

 

 

Siga em frente, cresça, se desenvolva.

Não será por falta de apoio que sua carreira ou negócio não irá deslanchar.

 

Conte comigo!

 

 

***

 

 
Se você procura coaching para sua carreira, treinamentos, mentoria ou consultoria, conte conosco. Atendimento online para todo Brasil. Atendimento presencial em São José dos Campos, Vale do Paraíba e São Paulo.

 

Compartilhe!