Como voltar a ter resultados depois que o time jogou a toalha?

A equipe de trabalho (ou a empresa inteira!) está desmotivada. É possível resolver, retomando a motivação e o pique para os resultados?

 

Quando um não quer, dois não brigam.

Mas quando dois ou mais não querem, nem com briga resolve.

É comum vermos equipes ou até mesmo empresas com clima e resultados péssimos por um motivo: a equipe desistiu.

 

Quando a equipe desiste o primeiro sinal perceptível é a apatia. As pessoas perdem o interesse, a motivação, o entusiasmo. Não acreditam nos resultados, começam a ter atitudes reativas e pessimistas.

 

Você se lembra do Brasil na Copa de 2014, aquele tenebroso 7×1? Lembre do time, durante o jogo, depois do primeiro, do segundo, do terceiro gol.

Enxergávamos em alguns a vontade de ainda lutar, mas a maioria já havia jogado a toalha, desistido. Continuavam em campo, mas apenas faziam número.

 

Em muitas empresas esta situação é comum.

 

Fofocas pelos corredores, trabalhos atrasados, aumento do absenteísmo e das horas extras, pedidos de demissão.

 

Vários são os sinais indicativos de que sua equipe desistiu do jogo.

 

As situações mais comuns nas empresas que levam à desmotivação geral:

 

–     Situação financeira crítica;

–     Falta de comunicação e clareza entre a alta gestão e a operação;

–     Lideranças fracas, sem aceitação da equipe ou impostas;

–     Disputas internas entre gestores ou áreas, que impactam

–     Sentimento de injustiça causado principalmente por políticas desiguais ou falta de ação da empresa nas situações de assédio, discriminação e diferenciação entre funcionários em momentos de avaliação ou aumento salarial.

 

E quais são os principais problemas que uma equipe desmotivada causa:

 

–     Queda nos resultados e na qualidade;

–     Falta de comprometimento – ausências injustificadas começam a acontecer e muitos se negam a trabalhar em horários extraordinários ou em atividades diferentes das habituais;

–     Conflitos internos e falhas na comunicação e atendimento ao cliente;

–     Queda no engajamento – as pessoas deixam de vestir a camisa, colaborar ou se enturmar. Em alguns casos, chega a haver baixa adesão em festas da empresa.

–     Clima organizacional ruim;

–    Aumento de custos causado pelo descaso com matérias, equipamentos e estruturas.

 

 

Não dá pra usar um curativo pra curar uma fratura exposta. A primeira ação da empresa deve ser identificar e sanar ou minimizar a situação que causou o descontentamento geral.

 

É difícil até mesmo para o melhor líder mudar a situação. Trata-se de um processo intenso, sendo necessário trabalhar as questões emocionais e comportamentais de todos os envolvidos, com muita transparência e objetividade. 

  

E o que faz as pessoas voltarem ao ritmo de jogo?

 

Podemos recuperar a equipe através de Motivação e Incentivo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Resumindo de forma bem simples: Motivação é interna, pessoal, enquanto incentivo está ligado a elementos externos.

Incentivo é tudo aquilo que a empresa pode fazer e oferecer para que as pessoas se sintam reconhecidas e valorizadas:

–     Aumento salarial, bônus e prêmios;

–     Melhoria de ambientes, mobiliários e equipamentos;

–     Plano de cargos e salários

–     Benefícios;

–     Oportunidades de crescimento profissional

–     Cursos e programas de desenvolvimento;

–     E muitos outros.

 

Já a motivação depende da interpretação de cada indivíduo não apenas quanto às mudanças realizadas mas também quanto às suas próprias expectativas de vida e carreira e interpretação dos fatos.

 

 

Por isso, não adianta implantar um único incentivo e esperar que toda a equipe reaja da mesma forma.

 

 

O que é positivo para um, pode ser negativo para outro, como por exemplo: oferecer como incentivo um curso no final de semana será ótimo para o funcionário que busca este desenvolvimento, e ao mesmo tempo, péssimo para outro que está com algum problema pessoal ou com filhos pequenos, que necessitam da sua presença no final de semana.

 

 

Em geral, as pessoas buscam um trabalho que também supra suas necessidades pessoais. Não existe mais aquela história de “separar profissional e pessoal”.

 

 

A carreira é uma parte de quem somos.

 

E a garantia de profissionais motivados e engajados acontece quando existe no trabalho a possibilidade de crescimento profissional, no ritmo adequado, que propicie a realização dos sonhos e anseios pessoais, mantendo a qualidade de vida.

 

As pessoas precisam se sentir desafiadas a crescer, recompensadas pelo esforço e reconhecidas por seu avanço e participação. 

 

Existem mil formas de realizar isso, mas, em todas, só se faz bem feito olhando para cada um como indivíduo, de forma empática e humanizada. 

 

E esse é o papel do líder.

 

Para as empresas, nada de fórmulas mágicas: Resolver os problemas internos, ter clareza em suas relações e objetivos claros minimiza muitos problemas.

 

Saiba como podemos ajudar a sua empresa a ter melhores profissionais e resultados. 

 

 

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