Reflexões de ano novo

O ano novo vem chegando. O que definirá se o ano será novo de verdade, ou uma repetição das ações e resultados que já colhemos nos anos anteriores são nossas ações, nossas intenções e nossa determinação, em aprender com o passado, ter uma mente aberta ao novo e ter garra pra correr atrás do que realmente impactará positivamente.

 

Faltam poucos dias para o ano acabar e pra mim é impossível não parar, olhar pro ano que se encerra, e fazer um balanço: o que valeu a pena, quais foram meus aprendizados, o que deu certo, o que não saiu exatamente como eu gostaria.

 

Resolvi compartilhar aqui minhas reflexões, porque sinto que isso pode de alguma forma ajudar na sua construção do que virá no próximo ano.

 

Aliás, essa é a grande energia dessa pausa pro balanço anual: ajustar os próximos passos.

 

Mais do que fechar ciclos, é abrir o próximo ano com foco, determinação e direcionamento, sabendo o que quer e o que não quer pra sua vida.

 

 

Minhas principais reflexões:

 

2017 foi um dos anos em que eu mais trabalhei! Muito mesmo, mais de 12 horas por dia, a maior parte dos dias.

 

Todo esforço foi recompensado com os resultados que colhi, muitas oportunidades, muitas realizações, muitas novas parcerias e clientes. Agenda praticamente lotada o ano todo, e eu abrindo “brechas” pra conseguir não deixar ninguém de fora.

 

Projetos antigos se consolidaram, como o coaching para transições e os programas Carreira para Inquietos e Reinvenção do Trabalho, novos projetos nasceram e foram tão lindos, como o Jornada Singular. Várias mentorias realizadas, acompanhando novos coaches a deslancharem na carreira, terem segurança pra atuar e se divulgar.

 

Tive artigos publicados no Terra, Exame, Uol, Vagas. Parcerias e projetos com empresas variadas, mas todos com o foco em desenvolver pessoas, a começar de cima.

 

Foi um ano muito produtivo.

 

E também, muitos ajustes foram necessários.

 

De pessoas que me apoiaram, vieram, foram ou ficaram, das quais sou grata a cada uma que participou desse ano, parcerias que começaram bem e em algum momento não vingaram, outras parcerias que seguiram firme e assim continuam.

 

Tive que desenvolver novas habilidades e ir em busca de novos conhecimentos, incluindo softwares e aplicativos que vieram pra facilitar minha vida e que demandaram novos aprendizados.

 

Todas mudanças fazem parte do desafio que é empreender com o propósito e a missão de transformar o ambiente empresarial em algo mais humanizado, horizontal e com menos competição.

 

Nem todo mundo está preparado, muito menos eu.

 

Fomos criados pra competir e pra trabalhar em linha de produção, com sonhos subsidiados ou parcelados em imensos carnês. Mudar essa realidade é mudar a mente e a forma de interagir em sociedade.

 

Evoluo dia a dia, testando, experimentando, conhecendo, abrindo minha mente e meu coração para pensar em novas possibilidades.

 

Coragem e ousadia fazem parte dessa equação.

 

 

 

Foi o ano das viagens curtas, fui pra São Paulo – capital, muitas vezes, Belo Horizonte, Ilhabela, Campos do Jordão, Santos, São Roque, Santo Antônio do Pinhal, Caraguatatuba, Cunha, Lorena, Jacareí, Pindamonhangaba, Alto Paraíso – Chapada dos Veadeiros.

 

Em cada local, pude experimentar minha presença plena e meus olhos focados na descoberta, em ver o que há de novo e lindo em cada canto, em cada pessoa. Isso foi fantástico e trago vários aprendizados, além dos amigos que fiz.

 

Também foi um período para enraizar um pouco, eu, que tanto sou do mundo e que gosto de voar…

 

Mudei de apartamento, onde fui muito bem recebida, e também fiz novos e grandes amigos e descobertas pela cidade de São José dos Campos, que levarei pra vida.

 

 

Acompanhei muitas pessoas mudando de vida, buscando seu espaço para serem mais plenas, verdadeiras, autênticas. Pude apoiar várias pessoas nestas transições.

 

Sou extremamente grata por poder estar frente a frente com tantas lindas almas e haver essa troca, esse compartilhar de sonhos, ideias, medos, vontades e ações.

 

Foi um ano extremamente digital, onde interagi muito com as redes sociais, vi meus seguidores aumentarem, minhas ideias, incentivos e visões de mundo chegarem cada vez a mais pessoas, dos lugares mais distantes. E recebi cada vez mais lindas mensagens e incentivos.

 

Mesmo sendo um ano bem online, consegui me conectar presencialmente com muitas pessoas do mundo virtual, em eventos, cafés, conversas.

 

Também conheci e convivi de perto com pessoas que eu admiro. Pessoas que eram referências pra mim no mundo digital e que se mostraram tão humanas quanto eu, de carne, osso, emoções, dores e alegrias de quem vive cada dia de forma única e especial. Gente como a gente.

 

Essa intensidade toda de trabalho, aprendizados, parcerias e interações me mostrou que eu precisava cada vez mais: simplificar, desacelerar, me planejar, definir prioridades, ter foco… e saber colocar tudo isso de lado quando meu corpo pedia ou quando algo diferente acontecia.

 

Estar aberta às possibilidades.

 

Apesar do ano ocioso no quesito atividade física, foi o momento em que eu estive mais atenta aos meus próprios sinais: consolidei minha opção que já vinha do ano anterior, quanto à alimentação vegetariana, que junto com minha escolha feita a bons anos sobre reduzir industrializados e alimentos de origem duvidosa, fez com que meu corpo reagisse bem. Nada de doenças, mal estar, cansaço excessivo.

 

Foi simples e puramente ficar mais atenta ao meu corpo, aos sinais que ele emite. Dormir quando tenho sono, parar quando estou cansada, comer quando tenho fome. Beber muita água está na lista de ações pra 2018, junto com o retorno da atividade física mais intensa e regular.

 

Se o trabalho ocupou minha agenda, as relações pessoais e familiares acabaram focadas nas pessoas que estavam mais perto, me apoiando direta ou indiretamente nessa aventura que foi 2017. Marido e filhas participando ativamente nos bastidores, ajudando nos eventos, nas ferramentas, no planejamento.

 

Não consegui estar próxima de todos amigos e familiares. Perdi festas, encontros, datas comemorativas. Fica agendado pra 2018 visitar as pessoas queridas e assistir um show do meu sobrinho que está tocando na noite!

 

Foi um ano bom.

Do que não deu certo, aprendizados mil.

Certeza sobre caminhos que não desejo percorrer, lições aprendidas.

 

Posso testar novas possibilidades sempre, mas ciente do que não quero mais pra mim.

 

 

Hora de olhar pra 2018 com amor e entusiasmo.

 

Para alguns, ano de eleições, copa do mundo ou crise político-econômica.

 

Pra mim, um ano extraordinário que está por vir, onde eu desenharei meus sonhos num papel e partirei pra ação, com garra, coragem, ousadia e determinação para realizar tudo e muito mais que eu me permitir sonhar.

 

Ter meu planner, onde anoto todas as realizações foi fundamental na hora de fazer este balanço. Muitas vezes, esquecemos do que aconteceu. Eu, por exemplo, achava que tinha viajado pouco, até ler no planner os locais por onde passei.

 

Relembrar algo bom é reviver a felicidade.

Relembrar algo ruim, é remoer as mágoas.

 

Registre suas conquistas, sempre que elas acontecerem.

Sonhe, planeje, ajuste.

 

Não precisamos de sorte.

Precisamos é de coragem para viver intensamente, dando o nosso melhor, conscientes e presentes em tudo o que fizermos.

 

Um lindo ano novo pra nós.

 

 

 

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